Drogarias e Farmácias

sábado, 30 de junho de 2018


aquecimento global antropogênico é a maior, mais espalhada e mais persistente ‘fake news’ veiculada até o presente, observou o Dr. Timothy ‘Tim’ Ball, professor emérito no Departamento de Geografia da Universidade de Winnipeg, Canadá, autor de diversos livros sobre as questões climatológicas em artigo para o especializado blog “Watts up with that”. 


Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá:
“Aquecimento global” é a maior “fake news” da História

Em parte essa enganação persiste porque os apelidados “céticos” – cientistas objetivos que recusam a “fake news” – não explicam o problema do aquecimento global em termos acessíveis para as pessoas simples.

Segundo o prof. Ball as pessoas numa maioria de 85% acham arcanos os bons argumentos contra a enganação.

Por outro lado, a dificuldade reside na falta de dados sobre os problemas climatológicos polêmicos.

Segundo Ball há diálogos nos contos de Sir Arthur Conan Doyle sobre sua figura Sherlock Holmes que ajudam a entender os problemas didáticos.

“É erro capital teorizar antes de termos dados, explicava Sherlock Holmes. Porque insensivelmente a gente começa a escorregar nos dados para se afundar em teorias, quando são as teorias que devem vir atrás dos dados”.

Hoje se foge dos dados entrando no mundo de ficção dos “modelos computacionais” do clima: números dentro de um computador. Espanta ver quantas pessoas acreditam em hipóteses sobre o aquecimento global sem saber nada da realidade.

Numa outra história de Sherlock Holmes, Gregory, detetive de Scotland Yard, pergunta se houve algo digno de atenção:

E Sherlock Holmes responde: “o curioso incidente do cachorro no meio da noite”.

Gregory: “Mas o cachorro não fez nada na noite”.

Holmes: “Nisso consistiu o curioso incidente”.

“Não há aquecimento global” eis a curiosa ocorrência!

O IPCC e os profetas do aquecimento global raciocinam de modo análogo: não houve nada, logo houve algo espantoso: o aquecimento global!

Pencas de variáveis da realidade são menosprezadas, ignoradas, mínima ou nulamente mensuradas.

Os “modelos” aquecimentistas estão cheios de dados criados pelos próprios “modelos” depois atribuídos ao mundo real. O resultado é de virar a cabeça.

Isso dá na mais fantasiosa especulação e envia sinais dos mais confusos.

Os que clamam pela diminuição da camada de gelo no Ártico são incapazes de dizer em que medida se contrai por causa do aquecimento gerado pelos humanos.

E não podem fazê-lo porque simplesmente inexistem dados seguros a respeito.

O mesmo acontece com o vapor de água na atmosfera: é o menos medido, o menos entendido e, entretanto, é o mais decisivo para calcular o aquecimento global atribuível aos homens.

O IPCC pura e simplesmente o ignorou para atingir o objetivo obsessivo de demonizar o CO2.

O artifício foi tão científico como eliminar o Sol dos cálculos do clima porque, como disse o Rei Canuto da fábula, há coisas que nenhum chefe pode controlar.

Entre os anos 1940 e 1980, os profetas do aquecimento global estrebuchavam porque o mundo estava esfriando por culpa do aumento das emissões humanas de sulfatos.

De onde tiraram isso? Simplesmente eles acrescentaram sulfatos em seus modelos matemáticos até dar em esfriamento.

O problema foi que após 1980 começou a esquentar malgrado não mudassem esses níveis de sulfatos.

Mais complicado é com os gases estufa. Desses gases lançados na atmosfera pelo homem 95% está constituído de vapor de água.

IPCC não o considerou porque constituía uma quantia pequena demais quando comparada com a evaporação dos oceanos. Além do mais não havia como medi-la.

Conter (ou causar) o aquecimento global (se existe) é tão impossível
como o rei Canuto da lenda conter as ondas do mar.

A Water Science School do United States Geological Survey (USGS) calcula que, em qualquer caso, há no ar algo como 12.900 quilômetros cúbicos (km3) de água.

Isso é algo por volta do 0,001% do total do volume da água no planeta Terra, que chega a 1.385.000.000 km3.

Se toda a água que há no ar chovesse simultaneamente, cobriria todo o globo com 2,5 centímetros de líquido.

IPCC não podia acusar o vapor de água de fator de aquecimento.

Com o CO2 foi diferente porque – Maktub! – estava escrito! O culpado tinha que ser o CO2.

A “solução” foi dizer que o aumento de CO2 aumenta a temperatura global, a qual pela sua vez acresce a evaporação, que por sua vez desencadeia um circuito fechado que acaba inundando a Terra e nos cozinhando a todos.

Assim se podia acusar o CO2 para além de seus efeitos reais.

O argumento impressiona no mundo da teoria, mas não tem base na evidência experimental.

Não há dados empíricos que justifiquem essa construção mental. Os únicos dados alegados pelos aquecimentistas estão nos “modelos computacionais” de seus centros de pesquisa, laptops ou smartphones.

O resultado é que o “modelo” aquecimentista não contém dados providos de significado ou pelo menos boas especulações.

Sherlock Homes saberia explicar por que esses teorizadores e seus modelos não funcionam.

É porque eles estão teorizando enquanto olham para o teto furado de uma tenda e acham que estão contemplando estrelas.




Via http://www.anovaordemmundial.com/2018/06/aquecimento-global-a-maior-fake-news-da-historia.html

Aquecimento Global: A Maior 'Fake News' da História

segunda-feira, 11 de junho de 2018


Globalistas do Bilderberg estão preocupados com o levante populista na Europa

Confabulação elitista está marcada para se reunir em Turim, Itália.

Os globalistas de Bilderberg estão preocupados com a revolta populista que assola a Europa.

O confronto anual elitista deve se reunir esta semana em Turim, um local apropriado, uma vez que a Itália acaba de eleger um governo de coalizão eurocéptico, de migração anti-massa.

De acordo com o site oficial do grupo, o tópico número um de conversa na reunião secreta deste ano será “populismo na Europa”.

Tendo falhado em instalar um ex-tecnocrata do FMI depois que as negociações de coligação entre o Movimento das Estrelas e os partidos Lega se desfizeram temporariamente, os globalistas irão, sem dúvida, alarmar o potencial da Itália para ser um exemplo para o resto da Europa.

O novo governo populista do país prometeu deportar 500 mil imigrantes, reafirmar o localismo sobre a globalização e o monopólio do capitalismo, monitorar as mesquitas e revigorar a herança cristã do país, políticas que contradizem diretamente o consenso globalista neoliberal que o Bilderberg representa.

A lista de participantes da conferência Bilderberg deste ano, que começa na quinta-feira, também foi lançada, uma lista que o jornalista Charlie Skelton descreve como @fascinante e de alta potência.”

O grupo secreto também está programado para discutir “os EUA antes das eleições” e o “mundo pós-verdade”, que inclui esforços para combater as chamadas “notícias falsas”.

Embora a grande mídia habitualmente desconsidere o Bilderberg como uma mera “conversa fiada” sem poder real, existem inúmeros exemplos do grupo exercendo sua influência sobre os assuntos mundiais.

Em 2010, o ex-secretário-geral da OTAN e membro do Bilderberg, Willy Claes, admitiu que os participantes do Bilderberg são mandatados para implementar decisões que são formuladas durante a conferência anual de corretores de poder. Se este for o caso, violaria as leis em vários países que proíbem políticos de serem influenciados por agentes estrangeiros em segredo.

Em 2009, o presidente do Bilderberg, Étienne Davignon, até se gabou de que a moeda única do euro era uma ideia do Grupo Bilderberg.

LISTA DE PARTICIPANTES

PRESIDENTE 

Henri de Castries (FRA), Ex-presidente e CEO da AXA; Presidente do Institut Montaigne

PARTICIPANTES

Paul M. Achleitner (DEU), Presidente do Conselho Fiscal do Deutsche Bank AG

Marcus Agius (GBR), Presidente do PA Consulting Group

Alberto Alesina(ITA), Professor de Economia da Universidade de Harvard

Roger C. Altman (EUA), Fundador e presidente sênior da Evercore

Paula Amorim (POR), Presidente do Grupo Américo Amorim

Dominique Anglade (CAN), Cice-premier de Quebec; Ministro da Economia, Ciência e Inovação

Anne Applebaum (POL), Colunista do Washington Post; Professora de Prática, London School of Economics

Audrey Azoulay (INT), Diretora-geral da UNESCO

James H. Baker (EUA), Diretor do Gabinete Net Assessment, Gabinete do Secretário

Patricia Barbizet (FRA), Presidente da Temaris & Associés

José M. Durão Barroso (POR), Presidente da Goldman Sachs International

Christine Beerli (CHE), Ex-vice-presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha

Cathy Berx (BEL), Governadora província de Antuérpia

Ben van Beurden (NLD), Diretor executivo da Royal Dutch Shell

Jean-Michel Blanquer (FRA), Ministro da Educação Nacional, Juventude e Vida Comunitária

Ana P. Botín (ESP), Presidente Executiva do Banco Santander

Anne Bouverot (FRA), Membro do Conselho; Ex-CEO da Morpho

Svein Richard Brandtzæg (NOR), Presidente e CEO da Norsk Hydro ASA

Børge Brende (INT), Presidente do Fórum Econômico Mundial

Eamonn Brennan (IRL), Director-Geral da Eurocontrol

Ana Brnabic (SRB), Primeira-ministra

William J. Burns (EUA), Presidente da Carnegie Endowment for International Peace

Sylvia M. Burwell (EUA), Presidente da American University

Lucio Caracciolo (ITA), Editor-chefe, Limes

Mark J. Carney (GBR), Governador do Banco da Inglaterra

Elena Cattaneo (ITA), Diretora do Laboratório de Biologia de Células-Tronco da Universidade de Milão

Bernard Cazeneuve (FRA), Sócio do August Debouzy; ex-primeiro-ministro

Juan Luis Cebrián (ESP), Presidente Executivo do El País

François-Philippe Champagne (CAN), Ministro do Comércio Internacional

Jared Cohen (EUA), Fundador e CEO da Jigsaw na Alphabet Inc.

Vittorio Colao (ITA), CEO, Grupo Vodafone

Charles Cook (EUA), Analista político, The Cook Political Report

Canan Dagdeviren (TUR), Professor assistente do MIT Media Lab

Paschal Donohoe (IRL), Ministro das Finanças, Despesa Pública e Reforma

Mathias Döpfner (DEU), Presidente e CEO da Axel Springer SE

Andrea Ecker (AUT), Secretária Geral do Office Federal

John Elkann (ITA), Presidente da Fiat Chrysler Automobiles

Bernard Émié (FRA), Diretor Geral, Ministério das Forças Armadas

Thomas Enders (DEU), Diretor executivo da Airbus SE

James Fallows (EUA), Escritor e jornalista

Roger W. Ferguson, Jr. (EUA), Presidente e diretor executivo da TIAA

Niall Ferguson (EUA), Membro Sênior da Família Milbank, Hoover Institution, Stanford University

Stanley Fischer (EUA), Ex-vice-presidente do Federal Reserve; ex-governador

Brian Gilvary (GBR), Grupo CFO, BP plc

Rebecca Goldstein (EUA), Professora Visitante, New York University

Lilli Gruber (ITA), Redatora-chefe e âncora “Otto e mezzo”, La7 TV

Greg Hajdarowicz (POL), Fundador e presidente da Gremi International Sarl

Victor Halberstadt (NLD), Presidente das reuniões da Fundação Bilderberg; Professor de Economia, Universidade de Leiden

Demis Hassabis (GBR), Co-fundador e CEO da DeepMind

Connie Hedegaard (DNK), Presidente da KR Foundation; Ex-Comissário Europeu

Vidar Helgesen (NOR), Ministro do meio ambiente

Antti Herlin (FIN), Presidente da KONE Corporation

John Hickenlooper (EUA), Governador do Colorado

Mellody Hobson (EUA), Presidente da Ariel Investments LLC

Christine Hodgson (GBR), Presidente da Capgemini UK plc

Reid Hoffman (EUA), Co-fundador, LinkedIn; parceiro da Greylock Partners

Michael C. Horowitz (EUA), Professor de Ciência Política da Universidade da Pensilvânia

Tim Hwang (EUA), Diretor de Iniciativa de Ética e Governança da AI de Harvard-MIT

Wolfgang Ischinger (INT), Presidente da Conferência de Segurança de Munique

Kenneth M. Jacobs (EUA), Presidente e diretor executivo da Lazard

Sigrid Kaag (NLD), Ministro do Comércio Externo e Cooperação para o Desenvolvimento

Alex Karp (EUA), CEO da Palantir Technologies

Henry A. Kissinger (EUA), Presidente da Kissinger Associates Inc.

Klaus Kleinfeld (EUA), CEO da NEOM

Klaas H.W. Knot (NLD), Presidente do De Nederlandsche Bank

Ömer M. Koç (TUR), Presidente da Koç Holding AS

Renate Köcher (DEU), Diretor Administrativo do Instituto Allensbach de Pesquisa de Opinião Pública

Stephen Kotkin (EUA), Professor de História e Assuntos Internacionais da Universidade de Princeton

Danica Kragic (SUE), Professora da Escola de Ciência da Computação e Comunicação da KTH

Henry R. Kravis (EUA), Co-Presidente e Co-CEO, KKR

Marie-Josée Kravis (EUA), Pesquisadora sênior do Instituto Hudson; presidente da American Friends of Bilderberg

André Kudelski (CHE), Presidente e CEO do Grupo Kudelski

Elina Lepomäki (FIN), MP do Partido da Coligação Nacional

Ursula von der Leyen (DEU), Ministra Federal da Defesa

Thomas Leysen (BEL), Presidente do grupo KBC

Divesh Makan (EUA), CEO da ICONIQ Capital

Mariana Mazzucato (ITA), Professora de Economia da Inovação e Valor Público, University College London

Walter Russell Mead (EUA), Membro Distinto do Instituto Hudson

Charles Michel (BEL), Primeiro-ministro

John Micklethwait (EUA), Editor-chefe, Bloomberg LP

Zanny Minton Beddoes (GBR), Editor-chefe doThe Economist

Kyriakos Mitsotakis (GRC), Presidente da Nova Democracia

Isabel Mota (POR), Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

Dambisa F. Moyo (EUA), Economista Global e Autora

Craig J. Mundie (EUA), Presidente da Mundie & Associates

HM (NDL), rei de Nederlands

Hartmut Neven (EUA), Diretor de Engenharia da Google Inc.

Peggy Noonan (EUA), Autor e colunista do The Wall Street Journal

Michael O'Leary (IRL), CEO da Ryanair DAC

Onora O'Neill (GBR), Professora honorária emérita de Filosofia da Universidade de Cambridge

George Osborne (GBR), Editor do London Evening Standard

Behlül Özkan (TUR), Professora Associada em Relações Internacionais da Marmara University

Dimitri Papalexopoulos (GRC), CEO da Titan Cement Company SA

HE Pietro Parolin (VAT), Cardeal e Secretário de Estado

Bruno Patino (FRA), Diretor de conteúdo da Arte France TV

David H. Petraeus (EUA), Presidente do Instituto Global KKR

Patrick Pichette (CAN), Sócio geral da iNovia Capital

Patrick Pouyanné (FRA), Presidente e diretor executivo da Total SA

Benjamin Pring (EUA), Co-fundador e diretor administrativo do Centro para o Futuro do Trabalho

Maria Rankka (SUE), CEO da Câmara de Comércio de Estocolmo

Jüri Ratas (EST), Primeiro-ministro

Pamela Rendi-Wagner (AUT), MP; Ex-Ministra da Saúde

Albert Rivera Díaz (ESP), Presidente do Partido Ciudadanos

Salvatore Rossi (ITA), Cice-governador sênior do Banco da Itália

Baiba A. Rubesa (LVA), CEO da RB Rail AS

Robert E. Rubin (EUA), Co-Presidente Emérito do Conselho de Relações Exteriores; Ex Secretário do Tesouro

Amber v (GBR), MP; Ex-Secretário de Estado, Departamento Doméstico

Mark Rutte (NLD), Primeiro-ministro

Michael Sabia (CAN), Presidente e CEO, Caisse de dépôt et placement du Québec

Karim Sadjadpour (EUA), Membro sênior da Carnegie Endowment for International Peace

Soraya Sáenz de Santamaría (ESP), Vice-primeira-ministra

John Sawers (GBR), Presidente e Sócio da Macro Advisory Partners

Nadia Schadlow (EUA), Ex-vice-assessora de segurança nacional para estratégia

Johann N. Schneider-Ammann (CHE), Conselheiro federal

Rudolf Scholten (AUT), Presidente do Fórum Bruno Kreisky para o Diálogo Internacional

Radoslaw Sikorski (POL), Membro sênior da Universidade de Harvard; Ex-Ministro das Relações Exteriores da Polônia

Mehmet Simsek (TUR), Vice-primeiro-ministro

Hanne Skartveit (NOR), Editor\ Política do Verdens Gang

Jens Stoltenberg (INT), Secretário Geral da OTAN

Lawrence H. Summers (EUA), Professor universitário da Universidade de Harvard

Peter Thiel (EUA), Presidente da Thiel Capital

Jakob Haldor Topsøe (DNK), Presidente da Haldor Topsøe Holding A/S

Björn Wahlroos (FIN), Presidente do grupo Sampo, Banco Nordea, UPM-Kymmene Corporation

Marcus Wallenberg (SWE), Presidente da Skandinaviska Enskilda Banken AB

Ngaire Woods (GBR), Reitor da Escola Blavatnik de Governo, Universidade de Oxford

Murat Yetkin (TUR), Editor-chefe do Hürriyet Daily News

Gerhard Zeiler (AUT), Presidente da Turner International



CONFIRA A LISTA DE PARTICIPANTES DA REUNIÃO ELITISTA DO CLUBE BILDERBERG

quinta-feira, 17 de maio de 2018


A Câmara dos Deputados aprovou na noite dessa quarta-feira projeto de lei que cria o chamado Cadastro Positivo. O cadastro irá, compulsoriamente e à revelia da vontade do cidadão, reunir informações sobre sua vida financeira e permitir que essas informações sejam compartilhadas com instituições financeiras e comerciais privadas de todo o País, e constitui-se em nosso entender uma invasão de privacidade e aumento do controle estatal na vida privada de pessoas e empresas.

O argumento usado pelos defensores do projeto, praticamente toda a base aliada do governo incluindo os tucanos, é de que a medida irá beneficiar o bom pagador permitindo uma pontuação que irá reduzir os juros de empréstimos e financiamentos. Esse argumento é rigorosamente falso e mentiroso. É fato que em condições normais os juros são determinados fortemente pela avaliação de risco de inadimplência do tomador de crédito ou financiamento.

Mas no Brasil há décadas é sabido que o principal fator que determina a taxa de juros é a presença do Estado na economia, especialmente no mercado financeiro onde, além do excesso de regulamentação e tributação, o Estado atua como principal tomador de crédito para rolagem de sua crescente dívida pública, empurrando a taxa de juros para cima.

Não faz sentido responsabilizar o cidadão comum, punindo-o com invasão de sua privacidade, pelos juros elevados no País por conta de um suposto risco de inadimplência, sem levar em consideração a responsabilidade do Estado como principal agente elevador dos juros, e sem considerar outros fatores como a insegurança jurídica e as feições monopolistas do mercado financeiro brasileiro.

O projeto aprovado nessa quarta-feira na Câmara dos Deputados poderá ser contestado por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, pois ele cria uma aberração jurídica que irá possibilitar que a vida financeira e patrimonial de todos os brasileiros fique exposta a todo sistema financeiro privado e estatal, constituindo-se portanto em uma completa violação de privacidade.

O Crítica Nacional está mantendo contato com profissionais da área jurídica e financeira para reunir informações mais precisas e detalhadas, e em breve voltará a tratar desse tema.

Assista o vídeo:



Via https://criticanacional.com.br/2018/05/10/congresso-aprova-lei-do-cadastro-positivo-com-argumentos-falaciosos/

ATENÇÃO! CONTROLE COMUNISTA: CONGRESSO APROVA LEI DO CADASTRO POSITIVO COM ARGUMENTOS FALACIOSOS (VÍDEO)