Drogarias e Farmácias

terça-feira, 19 de setembro de 2017


É difícil para mim mesmo entender ter que escrever esta história em tantos níveis, então vou passar por elas uma a uma.

Primeiro, o óbvio: o sexo anal e adolescentes nunca devem ser falados no mesmo contexto e na mesma frase. Me chame de antiquado, mas nenhum pai nunca deve precisar se preocupar com sua filha enfrentando esse ato sexual, muito menos quando ela ainda é uma adolescente - por isso, de acordo com a minha maneira de pensar, este assunto deve nunca mais ser publicado em uma revista de cultura pop projetada para adolescentes. [Ou as coisas mudaram tanto desde que meus filhos eram tão jovens?]


Em qualquer caso, os pervertidos que editam, monitoram e censuram no Twitter são, aparentemente, tão ruins como os pervertidos da Teen Vogue, porque eles expulsaram uma usuária e mãe que criticou o editor da revista, Phillip Picardi, "por ensinar sodomia infantil."

A escritora Elizabeth Johnston, que escreve para o site "The Activist Mommy", twittou essa mensagem depois de descobrir o conteúdo da Teen Vogue : "Parabens Phillip! Uma revista sodomita foi atribuída a você por ensinar a sodomia infantil. Empregue-se lá na @TheAdvocateMag!"[The Advocate é uma revista que dedica-se aos gays e lésbicas, bem como a comunidade LGBT].

Conforme relatado pelo site PJ Media, Picardi aprovou para publicação um guia para sexo anal para garotas adolescentes em uma recente edição. Desnecessário dizer que os pais em todos os lugares ficaram abalados, perturbados e chateados com algo que era, francamente, um ato de pura estupidez.

Então, qual foi a resposta tweetada de Picardi? Mostrar a todos o dedo do meio ao beijar outro homem.




But until queer sex, love, and families are included in education, we're doing a dangerous and potentially lethal disservice...
to a growing population. Gen Z will be our queerest and most fearless generation yet.





Que legal, não é?

Desnecessário dizer que Picardi não foi banido pelo Twitter. Ou censurado. Ou limitado. Ou qualquer coisa.

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Porque quando se trata da destruição da decência, da moralidade e dos costumes culturais americanos tradicionais, a esquerda obtém uma passagem gratuita dos imbecis de mentalidade semelhante que dirigem empresas de tecnologia e mídia.

Megan Fox escreve para o site PJ Media:

Se Phillip Picardi não gosta da palavra "sodomia", então por que ele está publicando artigos incentivando as jovens a praticar? E por que uma revista gay lhe entrega prêmios por fazer isso? Isso parece bastante estranho, não é? Só posso adivinhar que Johnston foi suspensa por usar as palavras "sodomita" e "sodomia" em vez de "gay" e "sexo anal" e, assim, irritando os Gaystapo que parecem gerir as redes sociais.

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Exatamente certo. Como Johnston é uma cristã que acredita nos ensinamentos da Bíblia em relação à homossexualidade e ao comportamento sexual anormal, sua conta é aquela que é banida. Ou censurada. Ou limitada.

"Determinamos que esta conta violou as Regras do Twitter, então limitamos temporariamente alguns dos recursos da sua conta", disse uma mensagem do gaystopo. "Enquanto estiver neste estado, você ainda pode navegar no Twitter, mas você está limitado a enviar mensagens diretas para seus seguidores - mas não Tweets, Retweets ou likes".

A proibição foi de 12 horas.

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"Claro", escreve Johnston, "os vídeos reais de crianças que estão sendo abusadas podem ser encontrados no Twitter. Mas criticar um editor de promover a sodomia adolescente vale uma suspensão?"

"Enquanto os esquerdistas acusam o site The Activist Mommy de querer que a sociedade se torne "Uma fábula de donzela", são eles que nos levam de volta às idades das trevas através do infanticídio - tudo com a aprovação do Vale do Silício".

Os nazistas anti-conservadores do Twitter não estão sozinhos no mundo das mídias sociais. O Google e o Facebook são igualmente culpados de equiparar o discurso conservador e pro-Trump com o "racismo" e a "intolerância" e, em seguida, usar sua narrativa artificial como o ímpeto para proibir ou censurar o discurso político, os esquerdistas sensíveis não podem lidar (ou adequadamente refutar - e é por isso que eles nomeiam em vez de debater).

É a hora dos conservadores, os libertários e os independentes políticos que respeitam e defendem os princípios, liberdades e valores americanos abandonarem esses sites de mídia social de esquerda que são de propriedade e operados por pessoas que procuram distorcer ou destruir tudo o que tornou os EUA grande. Existem alternativas.


Via - http://www.anovaordemmundial.com
Fontes:
Natural News: INSANE: Twitter bans mom for criticizing anal sex guide published by TEEN VOGUE
The Activist Mommy: Twitter Just Suspended The Activist Mommy – For The Craziest Reason!
PJ Media: Twitter Bans Activist Mommy for Tweeting Her Dislike of Teen Vogue's Anal Sex Guide
Natural News: JOURNO-TERRORISM: The goal of the left-wing media has always been to terrorize voters and hypnotically control them using orchestrated fear programming

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2017/09/insanidade-twitter-bane-mae-que-criticou-o-guia-de-sexo-anal-da-revista-teen-vogue.html

Insanidade: Twitter Bane Mãe que Criticou o 'Guia de Sexo Anal' da Revista Teen Vogue


Ou então isso seria a última alternativa para um possível "golpe militar de esquerda", com generais comprometidos com o PT? Lembre-se que com a Venezuela foi assim, através de Chávez.
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Um general da ativa no Exército, Antonio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças da Força, afirmou, em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na última sexta-feira (15), que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Judiciário "não solucionar o problema político", em referência à corrupção de políticos.

Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso" [ação militar] e que essa "imposição não será fácil". Segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas".

"Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso."

O general afirmou ainda: "Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas". Segundo o general, o Exército teria "planejamentos muito bem feitos" sobre o assunto, mas não os detalhou.

Natural de Porto Alegre (RS) e no Exército desde 1972, o general é o mesmo que, em outubro de 2015, foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília, em tese para um cargo burocrático sem comando sobre tropas armadas, após fazer críticas ao governo de Dilma Rousseff. Um oficial sob seu comando também fez na época uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de inúmeros crimes de tortura e assassinatos na ditadura militar.

A palestra de sexta-feira (15) foi promovida por uma loja maçônica de Brasília e acompanhada por integrantes do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, entre outros. Segundo o vídeo de duas horas e 20 minutos que registra o evento, postado na internet, Mourão foi apresentado no evento como "irmão", isto é, membro da maçonaria do Rio Grande do Sul.

Ele se definiu como "eterno integrante da [comunidade de] inteligência", tendo sido graduado como oficial de inteligência na ESNI (Escola do Serviço Nacional de Informações). Criado após o golpe militar de 64 e extinto em 1990, o SNI era o braço de inteligência do aparato de repressão militar para ajudar a localizar e prender opositores do governo militar, incluindo sindicalistas, estudantes e militantes da esquerda armada.

Um dos organizadores do evento, o "irmão" Manoel Penha, brincou, no início da palestra, que havia outros militares à paisana na plateia, com "seu terninho preto, sua camisa social". Ele afirmou em tom de ironia: "A intervenção que foi pedida, se feita, será feita com muito amor".


Na sua exposição, de quase uma hora, o general criticou a Constituição de 1988, que segundo ele garante muitos direitos para os cidadãos e poucos deveres, atacou a classe política. "Sociedade carente de coesão cívica. A sociedade brasileira está anímica. Ela mal e porcamente se robustece para torcer pela Seleção brasileira ou então sai brigando entre si em qualquer jogo de time de futebol. Crescimento insuficiente e o Estado é partidarizado. O partido assume, ele loteia tudo. Tal ministério é do sicrano, tal do fulano, e aquilo é porteira aberta. Coloca quem ele quer lá dentro e vamos dar um jeito de fabricar dinheiro."

O general respondeu a uma pergunta lida pelos organizadores do evento, segundo a qual "a Constituição Federal de 88 admite uma intervenção constitucional com o emprego das Forças Armadas". Contudo, "intervenção militar" não é prevista em nenhum trecho da Constituição. O artigo 142 da Carta, que costuma ser citado por militantes na internet, fala apenas que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria e "à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes [Poderes], da lei e da ordem". O texto, portanto, condiciona uma eventual ação militar a uma iniciativa anterior dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A pergunta também sugeriu um "fechamento do Congresso".

Na sua resposta, contudo, Mourão não rebateu a afirmação contida na pergunta de que uma "intervenção" seria constitucional e nada falou sobre fechamento do Legislativo. Pelo contrário, elogiou-a como "excelente pergunta".

Em nota neste domingo (17), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização não governamental, disse que vê com "preocupação e estranheza" a sugestão do general de que o Exército poderá "intervir militarmente, caso a situação política não melhore". "Esta declaração é muito grave e ganha conotação oficial na medida em que o General estava fardado e, por isso, representando formalmente o Comando da força terrestre. Ela é ainda mais grave por ter sido emitida pelo Secretário de Economia e Finanças, responsável pelo gerenciamento de recursos da Força e, portanto, soar como chantagem aos Poderes constituídos em um momento de restrição orçamentária."

"O Exército Brasileiro tem pautado sua atuação no cumprimento da lei, buscando ser fator de estabilidade política e institucional. Não é possível, neste delicado quadro, vermos a confiança da população nas Forças Armadas ser abalada por posturas radicais, ainda mais diante da aguda crise de violência que atinge o país", diz a nota.

A Folha procurou na tarde deste domingo (17) o Comando do Exército e o Ministério da Defesa para ouvi-los sobre as declarações do general. Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército informou "que o Exército Brasileiro, por intermédio do seu comandante, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas tem constantemente reafirmado seu compromisso de pautar suas ações com base na legalidade, estabilidade e legitimidade".

A Folha pediu contato com o general Mourão, para que comentasse suas declarações, mas o centro de comunicação social do Exército informou que as respostas serão dadas por meio do órgão. Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", Mourão disse que "não está insuflando nada" e que "não defendeu [intervenção], apenas respondeu a uma pergunta". Porém, logo em seguida o general reiterou que "se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa".

Disse ainda que "não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o país consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto".

O Ministério da Defesa não havia se manifestado até a conclusão deste texto.

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A seguir, a íntegra do trecho em que o general falou sobre a "intervenção".

Pergunta: [apresentador lê um papel com a pergunta] "A Constituição Federal de 88 admite uma intervenção constitucional com o emprego das Forças Armadas. Os poderes Executivos [sic] e os Legislativos estão podres, cheio de corruptos, não seria o momento dessa interrupção, [corrigindo] dessa intervenção, quando o presidente da República está sendo denunciado pela segunda vez e só escapou da primeira denúncia por ter 'comprado', entre aspas, membros da Câmara Federal? Observação: fechamento do Congresso, com convocações gerais em 90 dias, sem a participação dos parlamentares envolvidos em qualquer investigação. Gente nova."

Mourão: Excelente pergunta. Primeira coisa, o nosso comandante, desde o começo da crise, ele definiu um tripé pra atuação do Exército. Então eu estou falando aqui da forma como o Exército pensa. Ele se baseou, número um, na legalidade, número dois, na legitimidade que é dada pela característica da instituição e pelo reconhecimento que a instituição tem perante a sociedade. E número três, não ser o Exército um fator de instabilidade, ele manter a estabilidade do país. É óbvio, né, que quando nós olhamos com temor e com tristeza os fatos que estão nos cercando, a gente diz: 'Pô, por que que não vamo derrubar esse troço todo?' Na minha visão, aí a minha visão que coincide com os meus companheiros do Alto Comando do Exército, nós estamos numa situação daquilo que poderíamos lembrar lá da tábua de logaritmos, 'aproximações sucessivas'. Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso. Agora, qual é o momento para isso? Não existe fórmula de bolo. Nós temos uma terminologia militar que se chama 'o Cabral'. Uma vez que Cabral descobriu o Brasil, quem segue o Cabral descobrirá alguma coisa. Então não tem Cabral, não existe Cabral de revolução, não existe Cabral de intervenção. Nós temos planejamentos, muito bem feitos. Então no presente momento, o que que nós vislumbramos, os Poderes terão que buscar a solução. Se não conseguirem, né, chegará a hora que nós teremos que impor uma solução. E essa imposição ela não será fácil, ele trará problemas, podem ter certeza disso aí. E a minha geração, e isso é uma coisa que os senhores e as senhoras têm que ter consciência, ela é marcada pelos sucessivos ataques que a nossa instituição recebeu, de forma covarde, de forma não coerente com os fatos que ocorreram no período de 64 a 85. E isso marcou a geração. A geração é marcada por isso. E existem companheiros que até hoje dizem assim, 'poxa, nós buscamos a fazer o melhor e levamos pedradas de todas as formas'. Mas por outro lado, quando a gente olha o juramento que nós fizemos, o nosso compromisso é com a nação, é com a pátria, independente de sermos aplaudidos ou não. O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos de qualquer maneira atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver, haverá. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas. Essa é a realidade. 

VEJA O QUE O GENERAL FALOU NA CASA MAÇÔNICA: 



Obs.: Informo que o InfowarsBrasil.org está em concordância as palavras do General e todo apoio por parte do nosso canal será dado ao General para que a intervenção militar no Brasil aconteça. 

#IntervernçãoMilitarJá #ApoioAoGeneralMourão #InfowarsBrasil #SOSFFAA

FFAA: GENERAL FALA EM INTERVENÇÃO SE JUSTIÇA NÃO AGIR LOGO CONTRA CORRUPÇÃO


Vejam só... seria isso uma confirmação da visão que tive sobre a formação de uma nova divisão da placa tectônica no Brasil, originada no dia em que as marés recuaram? Se não viu, assista o vídeo: https://youtu.be/Ag7-p1-uHW0.

Deus está avisando... Deus está dando sinais... mas o povo brasileiro, principalmente os religiosos que dizem ser igreja, não se humilham, não se arrependem de suas iniquidades, e não se voltam à Deus.

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Dois municípios diferentes do Paraná registraram tremor de terra no início da madrugada desta segunda-feira (18). A primeira ocorrência foi em Rio Branco do Sul, na região metropolitana de Curitiba.

De acordo com o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), o tremor chegou a 4,46 graus na escala Richter, que vai até 8. O sismo aconteceu a uma profundidade de 51 km da superfície.

A instituição chegou a informar o epicentro do tremor em Itaperuçu, também na grande Curitiba, todavia a informação foi corrigida por volta das 4h40.

Moradores de várias cidades da região relataram terem sentido a terra tremer.

Foto: Reprodução

Momentos depois de Rio Branco do Sul, outro terremoto de 5,1 graus na escala foi sentido na cidade de São Jerônimo da Serra, localizada a 92 quilômetros de Londrina. Não há informações de danos significativos ou vítimas.

Nas duas cidades, segundo relatos de moradores, algumas janelas de vidro trincaram e rachaduras se formaram em residências.




PARANÁ TREME: DOIS TERREMOTOS ATINGEM REGIÕES DE LONDRINA E CURITIBA


É inacreditável como estes esquerdistas gayzistas estão enlouquecidos em empurrar goela à baixo do país, e principalmente das nossas crianças, suas perversidade e imundícia! Filhos do diabo! A Ira de Deus será derramada sobre vocês, muito mais intensamente do que houve em Sodoma e Gomorra!
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A performance “Agora eu Posso” da atriz e diretora de teatro Jeane Doucas chamou muita atenção nas ruas de Viçosa na semana passada, quando ela saiu às ruas amamentando um boneco com seios em forma de pênis. Segundo a artista, a performance é uma forma de protesto contra o caso que ocorreu em São Paulo, onde um homem que ejaculou em uma mulher dentro do ônibus não foi condenado pela justiça [naquela data] e também contra o preconceito que mulheres, que amamentam em público sofrem.

Em entrevista a Rádio Montanhesa FM 106,5 Jeane Doucas afirmou que a performance foi um trabalho provocativo para chamar a atenção da população para a existência da violência e do assédio que as mulheres sofrem diariamente e também do preconceito que as mulheres que amamentam seus filhos em público sofrem.

“O fato mais curioso que eu percebi é que muita gente não percebiam que aqueles seios eram seios fálicos, que eram pênis. Eles estranhavam, olhavam com um certo estranhamento, mas não percebia. Isso por que no imaginário das pessoas elas jamais conseguiram conceber que um pênis saindo dos seios de uma mulher estaria amamentando uma criança.” disse Jeane Doucas. 

Perguntada sobre o porque da escolha do pênis para “amamentar a criança” Jeane Doucas afirmou, que a arte trabalha com os signos e com a possibilidade de diversas leituras. A escolha do “pênis” se deu pelo caso do homem que ejaculou em uma mulher dentro de um ônibus e ainda mais pela decisão do juiz, que não entendeu que aquele fato é um grave atentando contra aquela vítima e contra todas as mulheres.



“Esse trabalho tem essa representação dessa hipocrisia em que nós vivemos em que todos acham absurdo uma mulher amamentar em público. Oh que horror, nossa está mostrando os seios, que é a coisa mais maravilhosa do mundo, é a vida […] geradora da vida. Uma mulher amamentar em público não tem nada de obsceno. Obsceno é um homem ejacular em uma mulher no meio da rua!” Contou Jeane em entrevista.

Para a artista a decisão do juiz naquele momento de não prender o homem é uma violência contra todas as mulheres do mundo. Ela afirma ainda, que a decisão do juiz sintetiza todo um machismo que as mulheres vem sofrendo há milhares de anos. “As falas desse juiz, desse canalha, são simplesmente uma síntese do que estamos vivendo. Não é um caso isolado e sim sintetiza a condição das mulheres atualmente.” Afirmou a atriz.

Em sua página pessoal no Facebook Jeane Doucas compartilhou as imagens da performance registradas pelo fotógrafo Jackson Pádua pelos principais pontos do Centro de Viçosa, onde é possível ver a reação daqueles que passavam por ela.

Junto às imagens a atriz escreveu um pequeno texto explicando a performance e conversando diretamente com a mulheres que amamentam seus filhos. Confira:

Performance, “agora eu posso”: você, minha amiga moderna, contemporânea, do século xxi, que trabalha fora, cuida da casa e tem um bebê para amamentar. Você encontra dificuldades para amamentar seu bebê em público? As pessoas te olham feio, você é convidada a se retirar de shoppings? Seus problemas acabaram! Acaba de chegar o mais novo lançamento, com design exclusivo e anatômico, elaborado com os mais nobres materiais, nas cores que você desejar, o “pistolêitor amamentêitor”! Com o pistolêitor, você não terá mais problemas em amamentar seu bebê em público. Ele é perfeitamente aceitável em qualquer ocasião e lugar que você vá. Afinal, pistolas à mostra em público não são um problema, não é mesmo?





LOUCURA IMORAL: 'PERFORMANCE' DE 'ARTISTA' ‘AMAMENTANDO CRIANÇA COM PÊNIS’ CHAMA ATENÇÃO NAS RUAS DE CIDADE MINEIRA