Drogarias e Farmácias

quarta-feira, 22 de novembro de 2017



Parece que quanto mais desesperados os democratas liberais se tornam para vender sua agenda radical ao povo americano, mais estranhos e absurdos se tornam seus argumentos.


Pegue um artigo recente publicado pela NBC News, por exemplo, o qual sugere que, se as pessoas da terra simplesmente deixassem de ter filhos, então poderíamos diminuir o aquecimento global e salvar o planeta de uma catástrofe iminente.


"Ter uma criança é um dos principais contribuintes para a mudança climática", escreve Travis Rieder, o autor do artigo. "A conclusão lógica aqui é que todos na Terra devem considerar ter menos filhos".

Na realidade, no entanto, não há nada "lógico" nessa ideia. Em primeiro lugar, foi provado várias vezes que a temperatura global não está aumentando a uma taxa mais rápida do que as dezenas de vezes no passado, muito antes mesmo de os seres humanos caminharem pela Terra. Em segundo lugar, mesmo que tenha havido algum aquecimento, ele não está sendo causado pela atividade humana.


Nos EUA, eles sãos abençoados por ter algo chamado liberdade. Isso significa que, enquanto os pais podem cuidar deles, uma mãe e um pai podem ter tantos filhos quanto quiserem. Mesmo que o autor desse artigo da NBC sugira que os pais devem ser encorajados a parar de ter filhos ao invés de serem forçados a parar de ter filhos, ainda é absolutamente ridículo.

Embora Rieder reconheça que seria difícil convencer as pessoas a pararem de ter filhos por causa de como é incômodo imaginar um mundo sem bebês, ele argumenta que "a seriedade da mudança climática justifica conversas incômodas".


Rieder então usa uma analogia ridícula para argumentar que as pessoas que têm filhos são parcialmente responsáveis ​​pela mudança climática: "Se eu liberar um assassino da prisão, sabendo muito bem que ele pretende matar pessoas inocentes, então eu tenho alguma responsabilidade por essas mortes - mesmo embora o assassino também seja totalmente responsável. A minha libertação não o torna menos responsável (ele fez isso!). Mas isso não elimina minha responsabilidade também."

O autor então cita sua própria filha como exemplo, argumentando que, uma vez que ela é "um agente autônomo, ela será responsável por suas emissões. Mas isso não anula minha responsabilidade. A responsabilidade moral simplesmente não é matemática ".


Tão absurdo quanto todos esses argumentos, o fato é que, infelizmente, o movimento de "menos filhos - para prevenir a mudança climática" parece estar ganhando força. Em julho passado, a Morning Edition da NPR entrevistou uma pesquisadora com o nome de Kimberly Nicholas, que argumentou que, embora reconhecesse que não é seu lugar tomar decisões para outras pessoas, ter menos filhos pode ser uma maneira eficaz de combater a mudança climática. Além disso, Nicholas argumentou que viver sem um carro, evitar viagens de avião e comer uma dieta vegetariana também são boas maneiras de retardar o aumento das temperaturas globais.

Em outras palavras, para lutar contra algo que a comunidade científica ainda não reconheceu oficialmente que existe, as pessoas devem parar de ter bebês, livrar-se de seus carros, nunca pisar um avião novamente e comer frutas e vegetais para o resto de suas vidas. É por isso que tantos conservadores argumentam que os ambientalistas radicais querem nos enviar de volta à Idade da Pedra. Verdade seja dita, os progressistas realmente não se aproximam do progresso; eles se aproximam do regresso, e simplesmente da estupidez.


Via  http://www.anovaordemmundial.com/


Fontes:
Natural News: Liberals attack the FAMILY: If you have kids, YOU are destroying the planet
Truth Revolt: NBC Advises Having Less Kids to Save the Environment
NPR: Want To Slow Global Warming? Researchers Look To Family Planning


Os Liberais Atacam a Família: Se Você tem Filhos, Você está Destruindo o Planeta



A gigante tecnológica lança a "Noite das Facas Longas" digital em resposta à presidência de Trump

O Google agora está "revisando as afirmações" dos artigos de notícias do Infowars, incluindo links para sites de "verificação de fato" de esquerda quando as pessoas buscam por Alex Jones ou Infowars.

A opção de biografia do Google para Alex Jones, a qual é mostrada com resultados de pesquisa relacionados, agora tem uma aba "Reivindicações Revisadas" que exibe um título do Infowars e um artigo associado do site Politifact e/ou Snopes.com que questiona a notícia.




O problema é que esses sites de "verificação de fato" não são tão imparciais como eles afirmam e geralmente estão alinhados com os interesses do establishment, particularmente aqueles do Vale do Silício que queriam Hillary Clinton na Casa Branca.

"A maioria dos 'verificadores de fato' são apenas jornalistas liberais que procuram provar sua narrativa preconcebida", escreveu Kelly Riddell, do Washington Times. "Eles escolhem a dedo as declarações para 'verificar o fato' e depois decidem quais dados apoiar."

"As estatísticas podem ser manipuladas - para cada estudo que sai do Brookings Institute, a Heritage Foundation pode ter um contra argumento, dependendo da metodologia e pesquisas utilizadas. Além disso, muito do que eles decidem 'verificar o fato' é, na melhor das hipóteses, algo subjetivo. Nada que possa ser fixado com dados incontestáveis​​".

Em suma, a "verificação de fato" é um jornalismo de opinião que finge ser uma espécie de objetividade elevada, como James Taranto, do Wall Street Journal, afirmou tão eloquentemente.

O público em grande parte concorda; a maioria dos eleitores não confiou na "verificação de fato" do ciclo de notícias da mídia durante a campanha presidencial, de acordo com uma pesquisa.

“A maioria dos eleitores acreditam que as organizações de notícias têm preferidos quando se trata de declarações de verificação de fatos dos candidatos, mas esse ceticismo é muito mais forte entre os eleitores que apoiam Donald Trump do que aqueles que apoiam sua rival Hillary Clinton,” afirmou o estudo. "Um novo relatório e pesquisa online nacional Rasmussen descobriu que apenas 29% de todos os prováveis eleitores americanos ​​confiam na verificação dos comentários dos meios de comunicação na mídia".

"Sessenta e dois por cento (62%) acreditam que as organizações de notícias desviam os fatos para ajudar os candidatos que eles apoiam".

Em particular, o site Snopes, que foi fundado pelos então, marido e esposa, David e Barbara Mikkelson, foi recentemente envolvido em controvérsia quando David foi acusado de desviar quase US$ 100.000 do site para pagar prostitutas, de acordo documentos de divórcio arquivados por Barbara.

"Os dois também contestam quais são os fatos básicos de seu caso [de divórcio], apesar de o Snopes.com dizer que sua 'propriedade' está comprometida com 'exatidão e imparcialidade'", relatou o Daily Mail, bastante ironicamente.

A última campanha de desinformação do Google é uma "Noite das Facas Longas" digital, destinada àqueles que rotineiramente compõem os pontos de discussão do establishment, e provavelmente foi concebido após Clinton perder as eleições presidenciais de 2016.

Mas as elites já perderam; já passamos no ato irrevogável, em que as pessoas preferem pensar por si mesmas, tomando pedaços do ciclo de notícias - removendo a desinformação do establishment no processo - para formar sua própria análise, em vez de simplesmente terem suas "opiniões" guiadas por sites de "verificação de fato".




Via: http://www.anovaordemmundial.com/https://www.infowars.com/google-launches-colossal-censorship-disinformation-campaign-under-cover-of-night/

GOOGLE LANÇA CAMPANHA DE CENSURA COLOSSAL NA CALADA DA NOITE



Um homem que costuma pregar nas ruas de Bristol, Inglaterra foi preso pela segunda vez, semanas após se livrar de uma condenação por distúrbio da ordem pública.

Em julho de 2016, o inglês Michael “Mike” Overd, de 52 anos e o norte-americano Michael Stockwell, de 50; pregavam pelas ruas da cidade quando foram abordados por um grupo de pessoas, incluindo diversos muçulmanos.

Durante o caloroso debate, os pregadores alegaram que Allah “não existia”, e que todos os islâmicos irão queimar no inferno.

Estas argumentações foram as responsáveis para que os evangelistas fossem denunciados. No momento em que as autoridades chegaram ao local, os dois homens foram levados à delegacia, para prestar depoimento.

Após a polícia ouvir as testemunhas, foi feito um processo conta o inglês e o norte-americano.

O evangelista inglês Mike Overd foi preso pela segunda vez, depois de a polícia ser solicitada para averiguação.

Ele estava sozinho em uma das mais populares ruas da área comercial de Bristol, quando passou a falar sobre o inferno.

Seus argumentos bastaram para que ele fosse mais uma vez acusado de “perturbação da ordem”.

Overd nega ter feito qualquer coisa de errado, e ainda defendeu que possui direito à liberdade de expressão.

O porta-voz da polícia afirma que Mike Overd foi indiciado por “ofensa de ordem racial ou religiosa”, e por isso ele irá responder ao novo processo, em liberdade.

De acordo com seus acusadores, o evangelista realizava um discurso “incitando o ódio” ao público homossexual.

Enquanto aproximadamente quatro mil pessoas assinaram uma petição dirigida ao Conselho do Condado de Somerset para que o inglês seja proibido de fazer pregações nas ruas, Leon da Silva, autor do abaixo-assinado online afirma que o evangelista disse a si que ele iria para o inferno, pelo fato de ser gay.

Silva conta que não aceita a ofensa de “pecador”, tampouco que seja condenado ao inferno publicamente. “Estou propondo ao conselho da cidade que este homem seja proibido de pregar no centro da cidade porque os moradores querem passear e fazer suas compras sem problemas”, reclama.

Quando questionado pela imprensa sobre as acusações contra si, Mike Overd foi bastante contundente, e declarou à imprensa: “Eu sou um homem verdadeiramente rendido a Cristo.

Minha vida não é minha.

Mas eu me pergunto quanto dinheiro do contribuinte desperdiçaram e continuam usando para tentar me silenciar? Sou um patriota, meu coração sangra pelo nossos país”.

O caso que também chegou ao conhecimento das redes sociais gerou bastante controvérsia e polêmica, onde boa parte dos internautas condena a atitude do evangelista e seu discurso de ódio.




EVANGELISTA INGLÊS É PRESO DEPOIS DE PREGAR CONTRA O HOMOSSEXUALISMO


Uma petição hospedada no site Avaaz pede ao primeiro-ministro Sueco que o país troque sua bandeira, que é azul com uma cruz amarela, e a substitua por outra com o símbolo da crescente islâmica. O texto da petição diz que a bandeira sueca é uma lembrança constante do passado negro e opressivo do país. O texto prossegue afirmando que refugiados e migrantes são forçados a viver sob a Cruz Cristã, um símbolo dos Cruzados que massacraram milhões de vidas muçulmanas inocentes no passado sueco. E conclui o segmento dizendo que os migrantes querem viver em um local seguro e em paz.

Além da mentira histórica repetida à exaustão sobre a natureza das Cruzadas, que praticamente inexistiram na região que hoje forma o território sueco, o texto usa um argumento de embate político contra as correntes que defendem a sobrevivência da Suécia como nação, correntes estas que o texto chama de ultra-nacionalistas e de extrema direita: segundo o texto, como a bandeira sueca é usada como símbolo por grupos que o texto considera racistas e xenófobos, a troca da bandeira resolveria esse problema.

Ao final, o texto alega que a Cruz representa apenas os cristãos, enquanto que o símbolo da crescente, com a lua e a estrela, representaria não apenas a solidariedade dos suecos com os muçulmanos como também a própria natureza, e seriam o símbolo de uma cultura de paz e tolerância.


O leite como símbolo racista
Se existe dúvida a respeito da seriedade da tal petição para a mudança da bandeira sueca, tal dúvida não existe a respeito da suposta natureza racista do leite. Um relatório preparado pelaTotal Defense Research Institute a pedido do governo sueco conclui que o leite é um símbolo racista cujo uso pode simbolizar a ideia de supremacia branca. O relatório foi elaborado com o objetivo de analisar o que o governo socialdemocrata sueco chama xenofobia na internet.

A Suécia é o país europeu onde mais existe censura e cerceamento à liberdade de expressão para fins de proteção ao islã, sempre sob o pretexto de combater supostos crimes de ódio. Cidadãos suecos podem ser multados, ou mesmo presos, se expressarem alguma contrariedade com as políticas imigratórias pró-islâmicas levadas a cabo pelo governo globalista e socialdemocrata do país.

A Suécia é também o país que apresenta a maior taxa de estupros na Europa, em sua esmagadora maioria praticados por invasores islâmicos. É o país que, em termos relativos, recebeu nos últimos anos o maior número de supostos refugiados. A legislação do país criminaliza a chamada islamofobia, ao mesmo tempo em que permite ao Estado tirar facilmente a guarda dos filhos de uma família se houver “acusação” de educação domiciliar cristã ou se os país impedirem que seus filhos sejam expostos ao ensino de ideologia de gênero nas escolas.

E como se estes fatos não bastassem para evidenciar a insânia que a engenharia social pautada pelo politicamente correto e pelo multiculturalismo anticristão e pró-islâmico promove no país, em 2015 a bispa lésbica Eva Brunne sugeriu que os símbolos cristãos fossem retirados de uma Igreja da localidade de Seamens, como mostra reportagem doInfoWars. Segundo a bispa, com a retirada dos símbolos, os muçulmanos poderiam utilizar as instalações da Igreja para seus cultos, sem sentirem-se ofendidos. #CriticaNacional #TrueNews





SUÉCIA PODE ADOTAR BANDEIRA ISLÂMICA: 'REFUGIADOS E MIGRANTES SÃO FORÇADOS A VIVER SOB A CRUZ CRISTÃ'

Foto: Dida Sampaio/Estadão

SAFADEZA...

"Enquanto você trabalha honestamente, pra pagar impostos altíssimos a CÂMARA DE DEPUTATADOS, aprova pro Sr. José Dirceu (PT) condenado e preso pelo MENSALÂO e pela LAVA JATO uma mísera quantia de quase 10 mil reais de aposentadoria... excelente né...

Depois de roubar da nação, ser um dos arquitetos dos maiores roubos da história do MUNDO. Ela ainda vai receber essa quantia... excelente Brasil, continua no sofá curtindo sua novela e futebol enquanto o "time" de deputados acaba com o país e nos faz passar vergonha no mundo inteiro."

by "Denison Severo"



Vídeo comentário do Prof. 
Luiz Flávio Gomes


Matéria do portal ESTADÃO



Câmara calcula aposentadoria de José Dirceu em R$ 9,6 mil

A Câmara não considerou o tempo de anistia para o cálculo do valor de aposentadoria; mas alguns consultores avaliam que o petista tem direito a receber pelo período, o que elevaria o benefício para mais de R$ 17 mil


Andreza Matais e Naira Trindade
10 Novembro 2017 | 13h13

A Câmara calculou em R$ 9.646,57 o valor da aposentadoria do ex-deputado federal José Dirceu (PT-SP). A quantia está baseada somente nos 10 anos de mandato do parlamentar (1991 a 1995/ 1999 a 2003 e 2003 a 2005, quando foi cassado). 
Técnicos da Câmara não consideraram os 11 anos de anistia de José Dirceu no cálculo do benefício por entenderem que se trata de período anterior ao mandato dele como deputado federal. Porém, alguns consultores da área de seguridade da Casa dizem entender que Dirceu tem sim direito a receber por esse período e, posteriormente, pode recorrer para pedir a averbação deste tempo, o que pode elevar sua aposentadoria para mais de R$ 17 mil.


A Câmara contabilizou os 11 anos de anistia de Dirceu para completar os 35 anos de contribuição. Na somatória, também entraram tempo de INSS e como funcionário na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Coluna do Estadão revelou hoje que a área técnica da Câmara está convencida de que José Dirceu tem direito a receber aposentadoria como ex-deputado. Condenado a 30 anos de prisão pela Lava Jato, o petista foi cassado em 2005 por se envolver no mensalão. A decisão final sobre se ele terá direito de se aposentar, mesmo tendo sido cassado, será política e caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O deputado disse à Coluna que ainda não pensou sobre o assunto. 
Os técnicos levam em consideração o fato de o juiz Sérgio Moro, ao condenar Dirceu, não ter mencionado se ele pode ou não receber aposentadoria da Câmara, brecha que beneficia o petista. Além disso, há precedentes. O ex-deputado Roberto Jefferson, algoz de Dirceu, também requereu aposentadoria depois de ter sido cassado, em 2005, e recebe da Casa R$ 23,3 mil  de benefício.

SAFADEZA: Zé Dirceu ganha aposentadoria parlamentar mensal de R$ 10 mil

terça-feira, 21 de novembro de 2017


Durante a Crise dos mísseis de Cuba – um conflito entre os EUA, URSS e Cuba que ocorreu em outubro de 1962, após Washington ter descoberto bases de mísseis soviéticos no território cubano – a Casa Branca considerou a possibilidade de atacar uma base militar norte-americana sob bandeira falsa.

A intensão dos EUA era usar o ataque como pretexto para invadir a URSS. Os detalhes do caso foram publicados pelo Arquivo Nacional dos EUA como parte dos documentos desclassificados relacionados ao assassinato do presidente John Kennedy.
Segundo os documentos, em 22 de março de 1962 foi realizada uma reunião do chamado "grupo especial" dos quais participaram o então presidente dos EUA John F. Kennedy, o procurador-geral Robert Kennedy, o secretario do Estado Dean Rusk, o diretor da CIA John McCone, o conselheiro da Segurança Nacional McGeorge Bundy, bem como o Estado-Maior Conjunto Lyman Lemnitzer.
De acordo com os dados revelados, oficiais superiores examinaram a possibilidade de "adquirir ou fabricar um avião soviético" que poderia ter sido utilizado para realizar uma "operação surpresa" contra as instalações norte-americanas ou dos aliados de Washington sob bandeira soviética para então realizar uma intervenção militar contra a URSS.
Entretanto, a Casa Branca descartou esta ideia que poderia ter levado o mundo à Terceira Guerra Mundial. 
Em 27 de outubro, o atual presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou a retenção pública temporária, até 26 de abril de 2018, de alguns documentos secretos relacionados ao assassinato do presidente John Kennedy, em 1963, que ocorreu no auge da Guerra Fria.

'Arquivo Kennedy': EUA planejaram desencadear guerra contra URSS



Sean Parker, ex-investidor do Facebook e um de seus principais idealizadores, veio a público para denunciar métodos destrutivos aplicados pela rede social contra seus usuários. Parker afirma que a empresa explora "a fraqueza humana", empregando padrões que podem induzir pessoas a comportamentos depressivos e ao desenvolvimento de sintomas psicológicos mais graves. Reportagem sobre as declarações de Sean Parker foi disponibilizada ontem, dia 10, no canal oficial do veículo de comunicação InfoWars, no Youtube.


De acordo com o âncora da InfoWars, Alex Jones, "aqui nós temos Sean Parker, nos dizendo o que já sabemos. Usuários do Facebook que seguem ideologias de esquerda (que pensam que 'estão vencendo' as guerras culturais) e que pensam que conseguem alcançar seus amigos através da rede social estão sendo explorados. Conforme Parker, a rede social os está usando, tornando-os mais deprimidos. Posteriormente, o Facebook lança propagandas sobre serviços psiquiátricos e drogas como o Prozac, induzindo os usuários a ainda mais danos psicológicos".


Ainda conforme a reportagem, "Sean Parker, que também foi o criador de grandes projetos como o Napster, acrescenta que 'só Deus sabe o que o Facebook está fazendo com as crianças que fazem uso dessa rede social' [através de algoritmos de indução a comportamentos depressivos]. Na verdade, nós sabemos muito bem ao que Sean Parker está se referindo. As crianças são induzidas a menores capacidades de atenção, a ter um QI [quociente de inteligência, medida da capacidade de raciocínio] menor, estabelecendo o que podemos chamar de 'doença da tela'. É impressionante - agora, as crianças só estão sendo capazes de se comunicar com outras pessoas através das redes sociais. Para alcançarem seus amigos, as crianças precisam dessas redes [que usam algoritmos de indução a comportamentos destrutivos], que também são capazes de registrar cada um de seus movimentos online".

Recentemente, o Facebook e outras redes sociais sofreram diversas críticas severas quanto ao emprego de padrões, em seus algoritmos, para redução dos círculos possíveis de informação que chegam aos usuários, e de repetição de padrões negativos para a exibição de conteúdos, para indução a comportamentos introspectivos ou depressivos. A principal rede social também é acusada de vender informações particulares de seus usuários, incluindo seus históricos, como "mercadoria" de data-mining (prospecção de dados de consumidores) para empresas privadas e agências governamentais.





EX-INVESTIDOR DO FACEBOOK ACUSA REDE DE EMPREGAR ALGORITMO PARA CAUSAR DANOS PSICOLÓGICOS EM SEUS USUÁRIOS