Drogarias e Farmácias

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

FRAUDE DAS VACINAS EXPOSTA: VIROLOGISTAS DA MERCK AFIRMAM QUE VACINAS NÃO FORAM FEITAS PARA FUNCIONAR




O sarampo e a papeira estão a regressar em grande escala nos Estados Unidos, mas os médicos
e jornalistas cometem todos os mesmo erros críticos em relação à causa: culpam os ”pais que
não vacinam os filhos” como sendo a causa, sendo que, no entanto, a verdadeira causa, revelada
por cientistas que denunciam irregularidades e que trabalham para os principais produtores de
vacinas é que as vacinas concebidas contra o sarampo e a papeira são concebidas para falhar
 desde o início.

A fraude científica, por sua vez, é uma parte inerente à indústria das Vacinas.

Os cientistas que denunciam irregularidades e que trabalharam na indústria ganharam coragem
 para falar e contar a verdade. Estas pessoas são os Edward Snowden da indústria das vacinas.

A Merck falsificou os resultados referentes à eficácia da vacina contra a papeira, afirmam
 ex-funcionários.
É sabido que a Merck falsificou os resultados do teste feito à vacina contra a papeira para forjar
 uma ”taxa de eficácia de 95%”, segundo os ex-virologistas da Merck, Stephen Krahling e
 Joan Wlochowski no seu documento «False Claims Act Document».

“Para realizar este feito, a Merck colocou anticorpos de origem animal no teste ao sangue,
 de forma a conseguir inflamar artificialmente o aparecimento de anticorpos de um sistema
 imune.”
Do documento «False Claims Act Document»:

“A Merck também adicionou anticorpos de origem animal a amostras de sangue para
conseguir resultados mais favoráveis nos testes, sendo sabido que o sistema imunitário
humano nunca seria capaz de produzir tais anticorpos e estes criaram um cenário de teste
 em laboratório que ”de forma alguma correspondem, estão correlacionados ou
representam a vida real (…) onde há neutralização viral em pessoas vacinadas”,
 de acordo com a denúncia.”

A Merck, claro, nega as denúncias, tal como todas as companhias Farmacêuticas negam
 envolvimento em subornos, terem usado crianças em experiências médicas, terem escrito
 estudos ”científicos” fantasma que são publicados em jornais científicos, terem conspirado
 para suprimir fármacos genéricos competidores e por aí adiante. Ainda assim, como a
História tem vindo a demonstrar, todas as companhias Farmacêuticas de topo têm estado
 constantemente envolvidas na revelação de actos criminosos, incluindo conspiração, fraude,
 suborno, entre outras.

Stephen Krahling e Joan Wlochowski estão simplesmente a contar-nos algo de que já
suspeitávamos: que a Merck falsifica a eficácia das suas Vacinas de forma a fazer parecer
 que estas estão a funcionar quando na realidade não estão. Por que faria algo assim uma
companhia Farmacêutica? Considere-se o facto de que a Merck possui tanto o motivo
como a oportunidade.

Por que as farmacêuticas concebem vacinas para falhar?

O dogma da vacinação está tão profundamente enraizado nas mentes dos médicos,
jornalistas e público, que de todas as vezes que uma doença passível de contágio se
difunde, imediatamente toda a gente salta para a falsa conclusão de que ”são necessárias
mais vacinas”. Este facto está muito perto de ser uma reacção Pavloviana nas mentes
das massas sujeitas a lavagens cerebrais: ”difusão de uma doença = falta de vacinas”.

Na realidade, a difusão de uma doença impulsiona realmente a venda de Vacinas.
As epidemias são uma ”ferramenta de marketing” para criar a procura a um produto
lucrativo em relação ao qual as pessoas podem ser convencidas a comprar uma e outra
vez, ano após ano, quer este funcione ou não.
E como se cria esta procura? Engenha-se uma epidemia, tendo a certeza de que os
nossos produtos de Vacinação não funcionam. O medo leva as pessoas a vacinarem-se,
sendo assim a principal ferramenta de marketing.

Mas porque ainda não foi esta vigarice exposta? Porque não anunciaram os cientistas
que a maior parte das crianças afectadas por sarampo e papeira foram as mesmas
crianças que foram vacinadas? Um estudo mostrou que 97% das crianças afectadas
com sarampo tinham sido anteriormente vacinadas contra o sarampo.

Em 2010, houve um surto de papeira em New Jersey e 77% das crianças afectadas
com papeira tinham sido anteriormente vacinadas contra a mesma.

O mesmo raciocínio é válido para o sarampo. A maior parte dos surtos de sarampo
 propagaram-se através dos que já tinham sido vacinados contra o sarampo.

Quando a gripe suína se propagou por Inglaterra em 2010, 70% dos infectados tinham
 sido já vacinados contra a gripe suína.

Longe de proteger as pessoas da propagação de doenças, as Vacinas promovem
frequentemente a pandemia que anunciam prevenir.

É assumido mas não provado que as Vacinas funcionam

Por que continua a indústria a escapar-se com esta fraude? A resposta é: porque ninguém
 jamais compara as taxas de infecção de pessoas vacinadas com as de pessoas não vacinadas.
Todos eles apenas assumem que as Vacinas funcionam, porque esse é o dogma da medicina
 moderna. A suposição vira ”facto” nas mentes dos médicos especialistas que foram sujeitos
a lavagens cerebrais.
Este é um dos inquilinos do sistema médico baseado em fraude: É assumido que as Vacinas
 funcionam 100% das vezes, sem excepção, e alguém que o questione é imediatamente
rotulado de herege. Não existe tolerância alguma para pensamento crítico ou averiguação
 científica quando se trata de Vacinas. E Deus proíbe alguém de trazer à tona a questão da
presença de mercúrio nas Vacinas, uma vez que a indústria de Vacinação aparentemente
 acredita que o mercúrio, como que por magia, quando usado em Vacinas e injectado no
corpo, se torna não tóxico.














Ora, as Vacinas que falham (devido à sua baixa eficácia) nunca são detectadas ou sequer
questionadas. A fraude continua, mesmo por baixo dos nossos narizes. Desta forma, uma
 empresa de Vacinação pode facilmente colocar em circulação uma Vacina contra o sarampo
ou a papeira que foi concebida para falhar, enquanto esta, na realidade, está a enfraquecer o
sistema imunitário através do mercúrio, formaldeído, MSG e alumínio, que ainda são usados
nas Vacinas hoje em dia.

Este facto causa um aumento na propagação destas doenças, o que resulta em mais histórias
 alarmistas por parte da Imprensa sobre a ”propagação do sarampo e da papeira”, o que por sua
vez resulta em mais pais a dirigirem-se apressadamente às farmácias para que os seus filhos
sejam injectados com mais uma Vacina inútil.

Que tal este para um modelo de lucro insidioso?

Mas o caso ainda se torna pior: enquanto algumas Vacinas são apenas concebidas para falhar,
outras são concebidas para causar surtos da doença.

Algumas vacinas são activamente guarnecidas de vírus vivos para causar pandemias
Tal como a Natural News expôs previamente, a indústria de Vacinação foi apanhada a
 transportar vírus vivos para os fabricantes das Vacinas da gripe em 18 países.

Este feito foi levado a cabo por, nada mais, nada menos, que a Baxter Internacional, Inc.,
uma das fornecedoras de topo de vírus da gripe ”enfraquecidos” a serem usados nas Vacinas.
 Exceptuando que neste caso, os vírus não foram enfraquecidos. As Vacinas feitas com este
material apenas dão à pessoa uma gripe!

No domínio da área de computação, muitas pessoas acreditam que as companhias anti-vírus
 concebem e libertam vírus, de forma a causar medo e impulsionar a procura dos seus produtos.
É uma forma incrivelmente eficaz de vender mais produtos. Tudo o que se tem de fazer é
pagar a um grupo de hackers alguns milhões de dólares para continuarem a conceber vírus que
 são cobertos pela Imprensa principal. Quanto mais assustadora a história, mais pessoas compram
 software anti-vírus. Soube-se em primeira mão que a McAfee usa tácticas assustadoramente
desonestas para vender o seu serviço de software de segurança, afirmando que o site que está a
visitar está infectado, quando na realidade não está.

As empresas de Vacinação, por sua vez, usam a mesma táctica. De tempos em tempos, colocam
vírus vivos nas Vacinas, propagando a gripe e causando medo e pânico, o que conduz as pessoas
 às farmácias para comprar mais Vacinas.

A WHO e a CDC também fazem parte deste esquema, agitando o medo e pânico irracionais
como fizeram com o vírus H5N1, há alguns anos atrás. Acontece que os membros do painel
 da WHO recebem feedbacks das companhias Farmacêuticas para engendrarem estas assustadoras
 histórias anti-científicas.

Durante a pandemia da gripe suína, foi revelado que 5 dos 15 membros do painel consultivo da
WHO tinham vínculos financeiros com as mesmas companhias Farmacêuticas que iriam
 beneficiar da pandemia. A isto chama-se ”conflito de interesses” em qualquer outra indústria,
 mas por algum motivo, é completamente tolerado na fraudulenta indústria da Vacinação.

Quanto mais profundamente se explora a indústria da Vacinação e o seu longo histórico de
prática científica fraudulenta, deturpação, factor medo e ”falsas bandeiras médicas”, mais se
 apercebe do quanto esta se tornou uma completa fantochada.

Via: http://www.naturalnews.com/042864_measles_outbreak_mumps_vaccines_scientific_
fraud.html e http://www.portrasdamidiamundial.com/