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sábado, 26 de setembro de 2015

COMUNISMO BOLIVARIANO BRASILEIRO: O DECRETO 8.243 E O NEOCOMUNISMO


Foi assinado no dia 23 último, o decreto 8243 da presidência da república, que dá poderes políticos aos movimentos sociais (MST, MTST, CUT, MPL etc). Não vou detalhar o decreto, pois no site Liberzone você encontra um excelente texto, escrito pelo Erick Vizolli, detalhando este decreto e suas nefastas consequências. Inclusive o site foi derrubado após veicular este artigo. O curioso é que o IP do hacker partira do RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), organização ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia do governo federal. Também o Reinaldo Azevedo já denunciou o decreto em seu blog, no site da revista Veja.
Vou me ater à comparação entre o velho comunismo, este neocomunismo bolivariano, e no quanto o decreto 8.243 adianta o processo de transformação do Brasil num paísneocomunista. Afinal, os próprios petistas sempre se referiram ao governo Lula como um governo de transição entre a democracia e o socialismo.
Quando se fala em comunismo no Brasil as pessoas gargalham. Entendem por comunismo, o fim da propriedade privada e a estatização dos meios de produção, que são, apenas, características econômicas de um sistema POLÍTICO/econômico. Mesmo assim, eu pergunto: num país onde o Estado é sócio, em mais 40%, de todas as empresas, podendo fechá-las quando bem entender, mesmo à revelia dos seus sócios civis, tem empresa privada? Um país onde o Estado regulamenta excessivamente até a posição do vaso sanitário do banheiro de um bar, tem empresa privada (sem trocadilhos rsrs)? Um país que possui na sua constituição, uma lei que determina que qualquer propriedade privada pode ser desapropriada para fins sociais, tem propriedade privada? Questionamentos à parte, o fato é que ideologicamente o comunismo não só sobrevive, como domina amplamente o cenário político e cultural brasileiro.
Para entender a relação desse comunismo do século XXI na América Latina, oneocomunismo, com o decreto da presidente Dilma, é necessário, antes, entender a relação do comunismo com o Estado.
Numa república democrática temos: Sociedade >Estado > Partidos
Na ditadura do proletariado: *Partido comunista > Estado > Sociedade
No Comunismo: *Partido comunista > Sociedade
*O partido comunista brasileiro não se trata de um partido único, mas sim de um pool de partidos, alguns mais novos e outros ligados à entidade de esquerda que rege o socialismo na América Latina, o Foro de São Paulo, criado por Fidel Castro e Lula, em 1992. São eles: PT, PSOL, PCdoB, PSTU, PCB, PDT, PSB e PCO.
O Funcionamento Político do Comunismo
Todos nós sabemos do grande fracasso econômico do socialismo de Marx. Porém, alguns acreditam, erroneamente, no sucesso político da ideia. Toda a teoria do comunismo é baseada na teoria do valor-trabalho (David Ricardo e Adam Smith), teoria que foi amplamente refutada e substituída pela teoria do valor marginal, da Escola Austríaca de Economia. Logo, partindo de uma premissa falsa, todo o trabalho do pensador alemão está comprometido e deturpado. O foco aqui será no funcionamento político do comunismo e não no seu viés econômico.
Muitos não sabem que o “comunismo ideal” culmina com a ausência total do Estado, mas de maneira bastante diversa de todas as vertentes de anarquismo. Daí nasce o anarco-bakunismo. O comunista Bakunin divergia de Marx quanto à ditadura do proletariado. Segundo Bakunin, a partir do momento em que um proletário assumisse o poder totalitário, ele deixaria de ser um legitimo representante desta classe, passando a ser, automaticamente, um aristocrata superpoderoso, tendendo a representar a classe que recém ascendeu. O que faz total sentido. Ao fazer essa correta crítica publicamente, Bakunin foi expulso da internacional comunista, assumindo-se um anarquista.
Segundo Marx, o comunismo deve ser alcançado por via insurrecional. O proletariado toma o poder à força; instaura uma ditadura socialista (como na URSS, China, Coréia do Norte, Cuba…); aparelha os movimentos sociais (sindicatos, cooperativas, associações, organizações etc) com membros do partido único, o que é bastante fácil dada a natureza coletivista dessa turba; e concede poderes de governo a essas organizações da sociedade civil, fazendo-se desnecessário a existência do Estado e até mesmo do partido comunista enquanto instituição. A sociedade passa a ser representada por esses grupos, mesmo que, fatalmente, não veja refletido neles os seus anseios.
Em pleno século XXI, no ocidente, seria inadmissível e prontamente reprimida qualquer revolução comunista. Sabendo disso, comunistas modernos se incrustaram na democracia e, por esta, chegaram ao poder, populistas que são. Por mais que odeiem a democracia utilizam-se dela para destruí-la. Como dizia o déspota e assassino comunista, Vladimir Lênin: “Compraremos da burguesia a corda que usaremos para enforcá-la.”.
Estes neocomunistas aprenderam com velhos comunistas que ao suprimir o Estado a tendência é a volta do capitalismo, pois este é um sistema econômico baseado na ação humana, que segundo Ludwig Von Mises, é a busca individual por uma situação de melhor conforto que a atual, conceito ignorado por Karl Marx. Por isso velhos comunistas mantiveram e mantêm poderes ditatoriais. Neocomunistas também não desejam a supressão completa do Estado, mas sim, o aparelhamento dos movimentos sociais e a posterior entrega do poder de decisão a estes. Substituindo, como no comunismo marxista, os poderes do Estado pelos poderes dessas organizações civis, mas sem dissolver o Estado na prática, apenas tornando-o obsoleto. E aí entra o decreto da presidente Dilma, é esse poder político dado aos movimentos sociais que ela decreta. Transformar o Estado em mero ente burocrático que carimba a decisão do partido, refletido nessas organizações, que são, sobretudo, um braço partidário e não da sociedade. Um regime comunista fantasiado de democracia.
Torçamos para que os deputados e senadores, que apesar de todas as falhas, são nossos únicos representantes legitimados pela democracia, respondam a altura mais essa tentativa petista de golpear a democracia com a foice e o martelo. Espero que nenhummensalão tenha o poder de comprar nossa liberdade. Quanto ao judiciário, desse já não podemos esperar mais nada, está completamente tomado pela ideologia comunista e apenas recebe ordem do partido dos trabalhadores.
VÍDEO DE COMO IMPLANTAR O COMUNISMO NO BRASIL:
DECÁLOGO DO COMUNISMO NO BRASIL

Consciência Patriótica
Como implantar o socialismo/comunismo em um país segundo as orientações de Lênin?
Em 1913, Lênin escreveu o "Decálogo" socialista/comunista, ensinando as ações psicológicas táticas para a tomada do poder em qualquer país e depois mundial, como é o projeto marxista.
Socialismo é a etapa de implantação do Comunismo sem uso de armas, matança e genocídio.
Comunismo é a segunda fase: é o uso do poder para escravizar a população do país, dominando-a com a estratégia do terror, prisões, tortura, fome, assassinatos, armas de matança e genocídio.
‪#‎socialismocomunismo‬
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Leia: Livro Negro do Comunismo, para conhecer o que de fato é o socialismo/comunismo.
Lênin usou esse decálogo na Revolução Russa de 1917.
Com essa tática diabólica, Lênin e seus seguidores aumentaram e criaram outros conflitos sociais em toda a Rússia em 1917. Com isso, conseguiram derrubar o governo de Czar Nicolau II, o último Czar, e instalar a ditadura do Partido Bolchevique.
O Livro Negro do Comunismo relata com bastante informação e documentação a repressão política por parte dos regimes socialistas-comunistas-marxistas-leninis­tas.
Descreve as execuções extrajudiciais, as deportações, as crises de fome e muitas, muitas outras atrocidades.
Foi publicado em 1997, na França, sob o título Le livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression.
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O professor de Ciência Política da Universidade do Havaí, Rudolph J. Rummel, pesquisou e elaborou um documentário sobre assassinatos mundiais em massa.
Leia o resumo da pesquisa em http://www.hawaii.edu/powerkills.
Ao invés de GENOCÍDIO, Rummel diz DEMOCÍDIO, o que chama de matança de populações civis por governos ditatoriais.
Após citar o número de milhões de assassinatos no decorrer da história, Rummel chega ao século XX, onde descreve os números dos assassinatos dos governos revolucionários socialistas/comunistas.
Segundo Rummel, é um fato histórico o assassinato de 262 milhões de pessoas entre os anos 1900 e 1999.
Como pesquisador sério, Rummel diz que mesmo sendo o socialismo/comunismo responsável pela grande maioria de assassinatos destes 262 milhões de crimes, nem tudo foi obra socialista/comunista, porém nenhum outro governo ditatorial assassinou mais que os marxistas. Mesmo que se some os assassinatos de outras ditaduras, a soma nem chega perto dos assassinatos cometidos pelos governos socialistas/comunistas.
No colonialismo, Inglaterra, Portugal e outros países colonialistas mataram 50 milhões de pessoas. Número bem inferior aos dos assassinatos dos governos socialistas/comunistas, veja:
China, 76.702.000 mortos entre 1949 e 1987;
URSS, 61.911.000 mortos entre 1917 e 1987;
Alemanha nazista, 20.946.000 mortos entre 1933 e 1945;
China nacionalista revolucionária (Kuomintang) 10.075.000 mortos entre 1928 e 1949 (Kuomintang era inimigo dos comunistas porque queria reinar no mundo todo como o líder mundial dos socialistas/comunistas, coisa não aceita por outros socialistas/comunistas que desejavam também o poder.
Os 70 milhões de vítimas do governo comunista chinês, Rummel soma os 3 milhões e meio de civis assassinados pelo Partido Comunista de Mao Dzedong. Somando outros números de assassinatos do governo socialista/comunista chinês, chegou ao número de mais de 80 milhões.
Camboja, 2.035.000 mortos entre 1975 e 1979;
Turquia, 1.883.000 mortos entre 1909 e 1918;
Vietnam, 1.670.000 mortos entre 1945 e 1987;
Polônia, 1.585.000 mortos entre 1945 e 1948;
Paquistão, 1.503.000 mortos entre 1958 e 1987;
Iugoslávia 1.072.000 mortos entre 1944 e 1987;
Coréia do Norte, 1.663.000 mortos entre 1948 e 1987;

Fontes:
https://brasilaoleite.wordpress.com/2014/06/04/decreto-8243-comunismo-dilma-bolivarianismo/
https://www.facebook.com/conspatriotica