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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

ISLÃ - O INVENTOR DA ESCRAVIDÃO NEGRA


Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam [casa da paz] e dar al-Harb [casa da guerra], o islã exige a Jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá. Ahmad Hasan az-Zayat, autoridade islâmica moderna, escreveu em Al-Azhar: “A Guerra Santa é obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada...”. 

Dessa forma, o “infiel” é apresentado, nas tradições e no livro sagrado do Islã, como um ente sub-humano, ao qual se recomenda fazer incessantemente a guerra santa, matando os homens, escravizando mulheres e crianças e tirando dos conquistados todas as riquezas:

“Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo.” (Alcorão 9:5).

A prática da escravidão é inerente ao islamismo de tal forma, que alguns historiadores analisam que sem esta a cultura islâmica não teria existido, com a abrangência político-cultural que conquistou na idade média.
Mais do que isto, a contribuição do islamismo foi particularmente decisiva na fundamentação histórica da discriminação do negro e da justificação ideológica de sua escravização como raça sub-humana, débil de mente e carente de princípios morais.

Mas o Corão que autorizava escravizar, não justificava a discriminação particularizada a nenhuma etnia, pois uma vez convertidos ao Islã o kafir passaria a gozar da “proteção” de suas leis. Foi preciso uma contribuição adicional dos “filósofos” islamitas medievais para transformar o negro do continente africano em mão-de-obra barata nas minas de sal do Oriente Médio, e sacrificá-los nas linhas de frente dos exércitos islâmicos.

Em pouco tempo, durante o primeiro século de história do Islã, a escravidão negra seria insitucionalizada como direito natural dos muçulmanos, e transformada em tráfico, representando um fenômeno novo e único na história da humanidade.

Até então, a escravidão, que historicamente se exercera pela conquista bélica, pela cobrança jurídica de dívidas, ou pela herança genética, passou a se praticar pelo rapto covarde de seres humanos em suas próprias terras, pelos piratas dos mares Arábico, Mediterrâneo e Índico, sob a égide do Islã.

Muitos bons livros de História universal revelam o jogo tortuoso de conceitos ideológicos oriundos do Islamismo, que conseguiram tornar o negro africano num ente desprezível entre todos, para justificar os maus tratos e a utilização deste em serviços degradantes. Entre estes, três livros dos quais recomendamos a leitura: “A Manilha e o Libambo”, de Alberto da Costa e Silva; “Raça e Escravidão no Oriente Médio”, de Bernard Lewis; e “África - do século XVI ao XVIII”, de Bethwell Allan Ogot.

Dentre os três, escolhemos extrair alguns trechos do primeiro, por este fazer uma análise mais condensada do assunto, os quais transcrevemos abaixo. O livro foi escrito no começo do século XX, no contexto do pós Primeira Guerra, em que a escravidão negra já havia sido abolida em praticamente todo o Ocidente, e o Islã estava reduzido à insignificância no cenário político-cultural global, de forma que coloca o autor livre de qualquer suspeita de animosidade contra o Islamismo.

“A MANILHA E O LIBAMBO” - EXCERTOS:

“Só como escravo - e por isso o ato de escravizar era um ato pio, quase obrigação do homem de verdadeira fé – podia-se endereçar à salvação aquele que não se converteu ao primeiro chamado. O jihad ou guerra santa, destinada a ampliar os territórios sob a lei divina, era uma obrigação do crente. A regra era “fazer a guerra santa contra os infiéis, matar-lhes os homens, escravizar-lhes as mulheres e crianças e tirar-lhes todas as riquezas” (...)

“O jihad contribuía, assim, para purificar o mundo, eliminando fisicamente o infiel, ou lhe arrancando, pela escravização, a existência legal e moral. A essência humana do escravizado não lhe seria devolvida senão com a alforria, para o que era indispensável que antes se houvesse convertido (...)
Era como se a escravidão extinguisse a culpa do ímpio. Como se, por meio dela, se expiasse o sangue derramado no jihad pelos fiéis. Como se o dono fosse credor do escravo e este devesse àquele a própria vida, pois devia ter sido morto, uma vez que não se converteu no devido tempo (...)

“Em um século os árabes, unificados sob a bandeira do Islã abalaram Bizâncio e conquistaram o Iraque, A Síria, a Armênia, a Ásia Menor, o Egito, a Pérsia, a Palestina, o Afeganistão, a Índia e todo o Norte da África (...)

“O século VIII ainda não havia chegado ao meio e já os árabes tinham vinculado um enorme mercado no qual circulavam, de uma ponta á outra, a seda e as porcelanas chinesas, o estanho espanhol, os algodões da Índia, o incenso do Iêmen, os brocados da Pérsia, o trigo do Egito, os cavalos da Arábia, e o ouro, a prata, o marfim, a pele de avestruz e os escravos da África. De pastores nômades e comerciantes urbanos, Maomé fizera a aristocracia rica e poderosa de um grande império (...)

“Com a ocupação do Egito e do Norte da África, em pouco tempo os muçulmanos desenvolveram o comércio à distância de negros, dando-lhe uma dimensão que jamais tivera (...) Entretanto, só a partir da inserção do Islã na África subsaariana é que o comércio de escravos africanos alcançaria o nível de tráfico nesta região, sequestrados nas savanas sudanesas pelo engodo, ou capturados pelas armas, e levados para o Extremo Oriente pelas rotas transaarianas.

“Na volta dos séculos IX e X, um escravo custava entre 141 a 283 g de ouro. No Egito, uma rapariga negra valia uns 40 dinares e um eunuco, mais de 65. Ralph a. Austen calculou em um milhão e setecentos e quarenta mil os escravos negros que chegaram ao mundo islâmico, entre 650 a 1.100 d.C.. E estimou entre 3.000 a média anual, no século IX, e em 8.700, nos séculos X e XI. Só a corte do califa abássida, em Bagdá, tinha, no começo do século X, sete mil castrados negros, além de quatro mil brancos (...)“A escravaria permeava a vida urbana e a rural.

"Nas moradas dos poderosos e dos ricos, os escravos estavam em toda parte, desde o harém, com as concubinas, as serviçais, as amas de leite e os eunucos, até a entrada com o porteiro.

“O escravo e seus descendentes habitavam as bordas da sociedade, num processo de desalienação pessoal em que a aparência física do africano de pele escura e cabelo encarapinhado tornava-se a nódoa ignominiosa visível dos estereótipos a ele aplicados – de feiúra, sujeira, preguiça, deslealdade, estupidez e covardia – empregados para inferiorizar o escravo.

"A essas características físicas passara-se a ligar a condição servil. Aqueles que as possuíam, além de escravizáveis, eram tidos como escravos por natureza – o conceito estava carregado do prestígio de Aristóteles – e só como escravizados podiam ingressar na esfera da civilização. Para essa gente, a melhor e mais vantajosa de todas as condições era, aliás, esta: a de escravo – como argumentava um filósofo árabe do século X, Al-Farabi.

“Pouco depois, o grande Avicana, ao declarar ser de boa ordem das coisas haver senhores e escravos, aduziria ter o Todo-Poderoso colocado nas regiões de grandes frios e de grande calor povos incapazes de altos feitos e destinados à escravidão, como os turcos e os negros.

“Pela mesma época, Al-Masudi recorria a Galeno, o mestre grego da medicina, para fortalecer a idéia de que o negro possuía um cérebro defeituoso, daí derivando a debilidade de sua inteligência. Um ratado persa, escrito e, 982. Ia mais longe: os negros não se afinavam com os padrões humanos, e os piores deles, os zanjis, possuíam a natureza dos animais selvagens.

“O processo de desumanização do negro já andavara um bom caminho. Tanto assim que, no século XI, Saidal Andalusi escreveria, em Toledo, que os pretos careciam de auto controle e de firmeza de mente, eram facilmente dominados pelos caprichos, pela tolice e pela ignorância, e se assemelhavam mais aos bichos do que aos homens.

“Duzentos anos mais tarde, o persa Nasir AL-Din dava mais um passo. Para ele, o zanje só se distinguia dos animais por não andar com as mãos no solo. E acrescentava, sem ênfase: muitos já observaram que os macacos aprendem com mais facilidade e são mais inteligentes do que os zanjes.

“No século XIV, AL-Dimashki descreveria os negros como curtos de inteligência por terem os cérebros ressequidos, acrescentando que as características morais da mentalidade deles se aproximavam das características instintivas encontradas naturalmente nos animais.

“Só nos falta arrematar o quadro com o maior dos historiadores muçulmanos, Ibn Kaldum. Ditou ele que as nações negras, como regra, aceitavam facilmente a escravidão, porque os negros de humano tinham pouco, sendo semelhantes às bestas irracionais.

“Esse processo ideológico de afastamento do negro da espécie humana – tão bem descrito por Bernard Lewis em seu livro sobre as relações entre raça e escravidão no Oriente Médio – acompanhou a multiplicação, a partir do século X, dos escravos provenientes da África subsaariana. Foram sendo eles encaminhados aos trabalhos menos qualificados, mais penosos e degradantes – nas minas de sal, nas plantações, nas pedreiras. Os senhores fizeram deles remadores de barco, jardineiros, porteiros, encarregados e serviçais domésticos. E as escravas negras continuaram a ser numerosas como amas-secas e serviçais dos serralhos, e na cozinha, e no lavadouro, e nos pátios de serviço, a carregar água, cortar lenha e cuidar da horta(...)

“Essa discriminação por raça fazia-se ao arrrepio dos ensinamentos do islamismo. Para este, os homens só se distinguiam entre fiéis ou infiéis, entre pertencentes à “umma” (comunidade dos crentes) ou estarem fora dela.
O aumento da escravização do negro foi acompanhada, no entanto, por uma engenhosa construção ideológica, segundo a qual a justiça do cativeiro se fundava não só no fato de serem eles incréus, pagãos ou idólatras, mas também no anátema lançado por Noé contra os filhos de Cam. Embora o texto bíblico expresse claramente que a maldição deveria recair sobre Canaã e não sobre Cuxe, de quem descenderiam os negros, ganhou foros de verdade a versão de que a praga de Noé fizera dos filhos de Cam não apenas escravos mas também pretos.

“Foi em autores árabes que essa adulteração, que já figurava em alguns escritos judeus e cristãos e iria ter ampla voga na América escravista, tomou forma e se tornou o fundamento de um vínculo estreito entre a cor da pele e a escravidão. Teria sido no mundo islâmico – escreveu o historiador queniano Bethwell A. Ogor – que a pele negra se tornou símbolo de inferioridade, e a África, sinônimo de escravidão.

“Dentro de uma espécie de mercado único, que se estendia da Espanha à Índia muçulmana, os escravos eram adquiridos pelos navios árabes e persas nos portos da Etiópia e do norte da Somália e levados ao Extremo Oriente ou ao norte da Europa. Calcula-se que o Islã, em sua marcha pela conquista territorial, tenha escravizado mais de 180 milhões de africanos na alta Idade Média, dando à escravidão uma dimensão que ela jamais tivera antes, em toda a história da humanidade.”

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REFERÊNCIAS:

SILVA, Alberto da Costa e. “A Manilha e o Libambo: a África e a escravidão de 1500 a 1700. 2. Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1931, revista em 2011. Cap. 2: Na terra do Islame.
https://books.google.com.br/books… > Acesso em 29 dez. 2014.

“Raça e Escravidão no Oriente Médio”, de Bernard Lewis:
http://finslab.com/…/letra-r/raca-e-escravidao-no-oriente-m…

“África - do século XVI ao XVIII”, de Bethwell Allan Ogot :
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/…/materi…/0000015108.pdf


ABAIXO ALGUNS ASSUNTOS SOBRE ESCRAVIDÃO ISLÃMICA DE NEGROS.

Escravidão e Tratamento Desumano - Exemplos



Eis aí uma parte da História que tentam nos esconder! 
Uma característica do islão (e dos muçulmanos em geral) é de negar os eventos que nós, não-muçulmanos, consideramos como nefastos e cruéis. Mas, na verdade, entre eles, eles celebram tais eventos.


Mauritânia: O país onde é um crime a ser resgatado da escravidão
Essa é a realidade aparente na Mauritânia, o país com maior incidência do mundo de escravidão moderna. Localizado na África Ocidental, na beira do deserto do Saara, estima-se que 4% a 20% das pessoas que lá permanecem são escravizados. Foi o último país do mundo a abolir a prática, em 1981, porém legislação criminalizando-a veio apenas em 2007 [...] Mbeirika Mint M'bareck, uma menina de 15 anos de idade, foi resgatado da escravidão, para ser posteriormente acusada de ter relações sexuais fora do casamento, de acordo com uma carta escrita por ativistas. (Não está claro quem é o pai da criança). Esse crime é potencialmente punível com a morte por apedrejamentoi. Os ativistas planejam enviar a carta ao Ministério da Justiça do país nesta segunda-feira. (CNN)

Um africano faz considerações sobre o escravismo islâmico infligido aos africanos

Jovens muçulmanos surdos-mudos são mantidos acorrentados no interior de Bengala: Relatório.
Rana Ray de Krishnanagar (04 de dezembro de 2013): É obviamente desumano e absoluta injustiça acorrentar pessoas. Mas, em uma aldeia muçulmana de Sahebdanga perto Shantipur (em Nadia, Bengala Ocidental, Índia) é uma moda islâmica acorrentar jovens surdos-mudos, ou mentalmente incapacitados, como se eles fossem simplesmente incontroláveis ou portadores de algum mal. (islamaroundus

A maior revolta de escravos da História não aconteceu no Brasil ou nos EUA, mas sim na Mesopotâmia, durante a Idade de Ouro do Islão. Este evento é conhecido como a Revolta de Zanj, e ocorreu no século IX próximo de Baçorá (Basra, atual Iraque). Os escravos oriundos da África Leste, meio-milhão, se revoltaram contra os seus senhores muçulmanos, e por 15 anos resistiram aos ataques dos exércitos do califa islâmico. A revolta acabou sendo obiterada no melhor estilo islâmico, em meio a um banho de sangue de proporções apocalipticas.


Saudita vende escravo negro africano castrado no Facebook
Escravidão é um prática islâmica, que segue o exemplo de Maomé, que foi um mercador de escravos. Por isso é que é muito diffícil de erradicar esta prática. Agora, ela se moderniza, e até mesmo o Facebook é usado para se vender escravos. No caso em questão, o anúncio diz (Tundra Tabloids): 
1 - pele preta. 172 cm de altura. Peso 60 quilos.
2 - Castrado (excelente para trabalhar com uma família), você pode verificar com um médico você mesmo - temos experiência no assunto.
3 - [Sua] saúde é boa e não tem imperfeições.
4 - Idade 26 anos.
5 - Muçulmano e obediente, e não vai desobedecê-lo exceto no que desagrada Alá. Por favor, o assunto é muito sério e não é uma piada. 


Fonte: http://infielatento.blogspot.com.br/2014/03/escravidao-exemplos.html