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quinta-feira, 2 de junho de 2016

AUMENTO DE SALÁRIOS E SUPER-SALÁRIOS CUSTARÁ MAIS DE R$ 8,5 BILHÕES AO POVO BRASILEIRO


É aquela história: por frente, uma coisa, pelas costas outra coisa. E tem gente que se ilude e segue endeusando a políticaiada do sistema podre, corrupto e decadente.
E detalhe, segundo o próprio líder do governo Temer na câmara,André Moura (PSC-SE), e o Ministro o da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, Temer pediu urgência na aprovação de mais essa lambança.
"Pacote de medidas pro Brasil sair da lama?". "Corte de gastos?" Não é bem isso que o povo está vendo por debaixo dos panos da propaganda governamental, não é?
Evidentemente, todos os trabalhadores tem direito de reivindicarem melhorias salariais e de condições de trabalho, PRINCIPALMENTE O POVO BRASILEIRO, LASCADO E PERDIDO DIANTE DOS DESGOVERNOS E DA ROUBALHEIRA QUE AFUNDA A NAÇÃO, mas, no âmbito da máquina pública, com o Brasil falindo, isso já é demais, não é?
PROJETO AUMENTAM SALÁRIOS E SUPER-SALÁRIOS
***Projetos que aumentam a remuneração de servidores públicos, em tramitação na Câmara dos Deputados, custarão cerca de R$ 8,5 bilhões aos cofres públicos em 2016.
Durante reunião na segunda-feira (30), o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), definiram que a urgência dos aumentos da Advocacia-Geral da União (AGU), da Defensoria Pública da União (DPU), do Tribunal de Contas da União (TCU), da Câmara e do Senado terão prioridade na pauta de votações da Casa nos próximos dias.
Segundo o Ministro de Temer, a orientação do presidente em exercício, Michel Temer, é "tratar todos os servidores da mesma maneira".
Há um mês, a urgência das propostas relativas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Ministério Público da União (MPU) já haviam sido aprovadas.
Se continuarem de acordo com a lei orçamentária, considerando apenas um período de seis meses, os gastos somarão:
 - R$ 230 milhões no Legislativo;
- R$ 1 bilhão no Judiciário;
- R$ 200 milhões no MPU;
- R$ 6 milhões na DPU;
- E R$ 6,5 bilhões no Executivo.
Com a urgência, os projetos passam a ter prioridade na pauta de votação do plenário.
De acordo com Geddel, ele irá se reunir com os líderes da base aliada nesta terça-feira (31) para discutir as propostas, mas não acredita que enfrentará resistência dos parlamentares.
Apesar de afirmar que ainda não possui o valor total dos gastos, que, segundo ele, ainda estão sendo avaliados, o governo está "tranquilo que poderá seguir com as votações" dos projetos. "Não é nada que desestruture o planejamento da equipe econômica", disse. ***(Com Estadão Via UOL)