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sexta-feira, 24 de junho de 2016

SABE AS 625,4 TONELADAS DE FEIJÃO QUE DILMA MANDOU PARA CUBA? AGORA ESTÃO FAZENDO FALTA


A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) usou os estoques reguladores do governo para doar 625,4 toneladas de feijão a Cuba. Além disso, o Brasil ainda pagou o transporte do produto doado até Havana. Esse feijão agora faz falta, porque a falta do produto provoca alta no seu preço, obrigando o presidente Michel Temer a determinar a importação do produto para conter os preços.
Se o governo não tivesse doado o feijão, haveria estoque suficiente para regular o preço de mercado.

Em outubro do ano passado, o governo Dilma promoveu mais um leilão de contratação de frete para a remoção dessas 625,4 toneladas de feijão para "doação humanitária" a Cuba. O feijão, tipo 2, foi acondicionado em sacas com 50 kg, cada.

O feijão foi embarcado no porto Navegantes, em Santa Catarina (SC). Também na mesma ocasião, o governo Dilma fez doação semelhante de arroz para a Faixa de Gaza. Arroz que, igualmente, fez falta aos brasileiros.

Não faz um ano que Dilma doou nosso estoque regulador de feijão para Cuba, estando este ato hoje refletindo em nossa economia domestica. Os estoques reguladores servem para, na escassez devido à entressafra ou fenômenos naturas como seca ou enchentes, os preços não disparem no mercado interno.

Outrossim, no Brasil de antes, da época e de hoje, milhões não tem acesso a esse grão tão importante na alimentação e seu poder de nutrientes.
Se a doação do que não lhe pertence já não fosse um absurdo, ainda pagamos o frete para que chegasse ao seu destino, Cuba, onde garanto não ter sido repassado gratuitamente à população carente.


Foram 625 toneladas do produto que hoje estariam equilibrando o mercado diante da escassez provocada pela seca, conforme o anunciado.
A elevação daqui para frente, portanto, deverá ser de 60%. De abril a maio, o custo da saca de 60 quilos variou 100%.