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sábado, 7 de janeiro de 2017

ISRAEL É APAGADO DO MAPA DOS LIVROS DAS ESCOLAS PALESTINAS PATROCINADAS PELA ONU


As escolas patrocinadas pela ONU na Faixa de Gaza e na Judeia e Samaria fazem uso de livros de texto em que Israel foi simplesmente "apagado". Não existe. Mais ainda: esses ridículos materiais "didáticos" ensinam que tanto o Muro Ocidental como a Cave dos Patriarcas em Hebrom são lugares exclusivamente muçulmanos que os judeus tentam ocupar. Até os selos do tempo do Império Britânico - quando este dominava aquela região então denominada "Palestina" - foram alterados com a remoção da língua hebraica.


A investigação agora realizada por Israel aos livros de texto usados nas escolas dirigidas pela ONU concluiu que Israel deixou pura e simplesmente de existir.
Esses livros são escritos pelo "Ministério Palestino para a Educação" (mas que educação ???), e chegam ao ridículo de tentar ensinar as crianças palestinas que Israel não existe, nem sequer com as fronteiras de 1947...!
É caso para perguntar: se Israel realmente não existe, qual a razão da luta armada dos palestinos? Se calhar, são as modernas representações do D. Quixote de la Mancha...
Num desses livros escolares, o sionismo é descrito como um movimento colonialista fundado por judeus europeus visando reunir judeus de todo o mundo para colocá-los na "Palestina" e em outros países vizinhos árabes. Os textos desses livros forçam ainda a ideia de que os sionistas o fazem através de métodos, tais como a imigração e a expulsão das populações árabes das suas terras.
Nesses livros subsidiados pelas Nações Unidas não é feita qualquer menção da ligação religiosa ou histórica dos judeus à Terra de Israel ou a Jerusalém. As escolas não mencionam tampouco nos seus manuais qualquer sítio sagrado judaico, nem o Muro Ocidental, nem a Cave dos Patriarcas, nem sequer o túmulo de Raquel.
Pelo contrário, esses manuais escolares ensinam que todos esses lugares são locais sagrados muçulmanos que os judeus tentam ilegitimamente controlar.
As crianças dessas escolas controladas pela ONU são também ensinadas que os massacres de judeus pelos árabes em 1929 (especificamente em Safed, Hebron e Jerusalém) se chamam "revolta de al Buraq", e que foram realizadas para impedir que os judeus conquistassem e ocupassem essas cidades sagradas.
Nesses massacres, mais de 130 judeus foram massacrados pelos seus vizinhos árabes.
NEGAÇÃO DA LÍNGUA HEBRAICA

Mas os disparates não se ficam por aqui. Nos livros de texto compilados pelos "mestres palestinos" mas pagos pela ONU a própria língua hebraica foi apagada. Num dos livros encontra-se a gravura de de um selo corrente na época do mandato britânico que originalmente tinha palavras escritas em hebraico, inglês e árabe. As novas gravuras do selo representadas pelos "artistas" palestinos apagaram as palavras em hebraico, deixando apenas as que estão em inglês e em árabe...
DESAPARECIMENTO PROVOCADO DE TODAS AS POVOAÇÕES JUDAICAS
Nestes ridículos livros de texto subsidiados pela ONU, não há menção da existência de judeus em Israel, muito menos de qualquer povoação judaica depois de 1948 nos seus mapas.
A própria cidade de Tel Aviv - a segunda maior em Israel - passou a ser re-denominada como "Tel al-Rabia"...
Apesar das promessas feitas pelo presidente da Autoridade Palestina para rever todos estes textos, a verdade é que esse indivíduo nada fez até agora.
Convém recordar que durante a guerra defensiva travada por Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza, as escolas patrocinadas pela ONU foram utilizadas pelo Hamas para depósitos de armamento...



Fonte: Shalom, Israel!