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segunda-feira, 27 de março de 2017

MAIS UM MASSACRE ISLAMISTA NO REINO UNIDO 'RELIGIÃO DE PAZ?'

Mas o Papa Francisco não disse que o islã era uma "religião de paz"?

"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão". - Alcorão: 8:39


Testemunha viu muçulmano com uma faca de 8 polegadas a correr para o edifício do Parlamento.

"Uma testemunha disse ter visto um homem asiático com uma faca de oito polegadas a caminhar em direcção ao edifício."

"Asiático" é o código dos jornalistas para "muçulmano".



Terroristas, tiros, facadas, atropelamentos. Feridos, mortos. Mais uma vez, aqui na Europa. Mais uma vez, no Reino Unido. Desta vez a Polícia (que é de bom tom odiar) não conseguiu evitar, como faz todos os dias, desde há anos

Nas Televisões, os comentadeiros e jornaleiros estão aos saltos e aos gritos, a isentar o Islão de responsabilidades. Não podem estar-se mais nas tintas para as vítimas. O que lhes interessa é inocentar a ideologia responsável pelo massacre.

Dantes eram "pessoas que não compreendiam o Islão". Depois passaram a ser "pessoas com problemas psiquiátricos". Agora são pessoas que matam e morrem "apenas para dar mau nome" ao excelente Islão! 

O "Trâmpe"! O "Trâmpe" é que é preciso combater. O "Trâmpe" é que é mau, porque não quer esta gente nos Estados Unidos! Estes encantadores senhores que esmagam inocentes com os seus carros e que degolam polícias, estão apenas a espalhar a sua maravilhosa cultura e exercer o seu direito à liberdade religiosa.


IMAGEM (CLIQUE NO LINK)

80% dos muçulmanos de Londres (pelo menos!) estão delirantes:

80% dos muçulmanos de Londres apoiam ISTO *

É ESTE TERRORISMO QUE TAMBÉM ATINGE ISRAEL
Um atropelamento colectivo como o de hoje em Londres deu-se a 8 de Janeiro deste ano, em Israel (mas deste caso os media não falaram, obviamente):



Israelitas esmagados por terrorista islâmico. Jornalistas culpam camião.
Terrorista mata em Jerusalém. Jornalistas culpam camião.

Soldados hesitaram em atirar no terrorista, temendo repercussões legais 

INTIFACADA é isto que aconteceu hoje em Londres. Só que, como é Israel, e são judeus que são atacados e assassinados, o Mundo acha bem, acha romântico.


A NOTÍCIA NO 'EXPRESS':



"Tiroteio no Parlamento: 'Eu vi um homem com uma faca' - Testemunha relata carnificina de Westminster"

por Katie Mansfield, Express, 22 de Março de 2017:

Uma testemunha do ataque de Westminster descreveu o terror que sentiu ao ver um homem com uma faca a correr em direcção ao Parlamento. Três tiros foram disparados no ataque de Londres.

As testemunhas chocadas disseram que viram os corpos no chão, na ponte de Westminster, perto do Parlamento.

Uma testemunha disse ter visto um homem asiático com uma faca de oito polegadas a correr em direcção ao edifício.

Jayne Wilkinson disse: "Estávamos a tirar fotos do Big Ben e vimos as pessoas a correr em nossa direcção, e um homem asiático com cerca de 40 anos, com uma faca com cerca de sete a oito polegadas de comprimento.

"Foram disparados três tiros, nós atravessámos a estrada e fomos ver. O homem estava no chão ensanguentado".



(...)


(O terrorista foi abatido. Se tivesse sido em Israel haveria já acusações de "execução extra-judicial" e muito, muito amor pelo "militante").


TÊM A PALAVRA OS "ESPECIALISTAS"...
Na TV, está um "especialista em Islão" (que ganha a vida a pregar as delícias islâmicas) a ruminar que os Britânicos mantêm uma "relação de confiança com a comunidade islâmica, para evitar que aquela rapaziada seja apanhada pelas garras dos extremistas" e que "está a ser desenvolvido um trabalho excelente com as mesquitas moderadas".
Eis o que se passa nas "mesquitas moderadas" do Reino Unido, uma sociedade já em avançado estado de islamização:








"Aquela rapaziada", dizia o grande especialista, como se estivesse a falar de miúdos traquinas que vão andar de skate para a escadaria da câmara municipal.
É curioso como é que não é preciso "trabalhar com" as comunidades anglicanas, católicas, judaicas, budistas, hindus, sikhs, ateístas, agnósticas, para evitar que se "radicalizem".