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quinta-feira, 11 de maio de 2017

LULA, A FACE MAIS FEIA DO JEITINHO BRASILEIRO


O ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva está, com seu Partido dos Trabalhadores, enfrentando uma multidão de escândalos de corrupção.

Os atos de corrupção foram medidas para obter certos resultados, especialmente financeiros, apesar das leis. Esse é o coração do “jeitinho brasileiro,” que é uma ação utilizada para alcançar algo desejado apesar de determinações contrárias (leis, ordens, regulamentos, etc.).

Os brasileiros enfrentam uma burocracia confusa e ineficiente, que afeta a todos: ricos e pobres. Os ricos usam seu imenso poder e influência para contornar as dificuldades enquanto outras pessoas têm seu próprio modo de praticar seu “jeitinho brasileiro”: viajando com mais bagagem do que é permitido, estacionado em locais exclusivos para deficientes, forjando documentos de empresário para obter um visto americano quando ele não é um empresário, etc.

Em assuntos legais e políticos, se um brasileiro quer algo que não é permitido, ele tentará descobrir uma brecha até achar um jeito alternativo.

Desde os tempos coloniais, tudo no Brasil é feito com uma burocracia desagradável. Daí, as pessoas têm sempre de achar “jeitos alternativos” a fim de sobreviver e finalizar as coisas, quer boas ou não. Tanto esquerdistas quanto direitistas sofrem dessa “enfermidade” no Brasil, mas só os esquerdistas apresentam sua forma mais feia.

Esses “jeitos alternativos” são o “jeitinho brasileiro.” Em outras nações, isso se chama malandragem ou corrupção. No Brasil, chama-se “jeitinho brasileiro.”

Em escala menor, esses “jeitos alternativos” produzem pequenas corrupções e malandragens. Em escala maior, produzem um Lula, que está sendo processado por grandes malandragens e corrupção.

O povo brasileiro protesta e critica o uso enorme do “jeitinho brasileiro” por parte de políticos e empresários, mas eles não abrem mão de seu próprio “jeito brasileiro de fazer as coisas.” Eles não gostam disso nos outros, mas toleram isso em si mesmos. É um vício nacional tão popular quanto o samba, o futebol e o Carnaval. É uma face feia, não só de um ex-presidente brasileiro, mas também de um povo.


O Brasil deve se arrepender e abandonar este jeitinho brasileiro iníquo, e se voltar à Deus!

Com informações do The Brazil Business.


Por Julio Severo