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terça-feira, 4 de julho de 2017

'ISLAMOFOBIA É A CAUSA DO TERRORISMO', DIZ GUTERRES, CHEFE DA ONU


Riyadh: A "islamofobia", em algumas partes do mundo está a alimentar o terrorismo, disse o chefe das Nações Unidas numa visita à Arábia Saudita, quando o sentimento anti-imigrantes cresce em alguns países.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez o comentário aos repórteres após conversas com o rei saudita Salman, o príncipe herdeiro e o ministro do Interior, Mohammed bin Nayef, e o vice-príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.

"Uma das coisas que alimentam o terrorismo é a expressão em algumas partes do mundo de sentimentos islamofóbicos e políticas islamofóbicas e discursos de ódio islamófobos", disse Guterres em entrevista colectiva com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir.

"Esse é o melhor apoio que Daesh pode ter para fazer a sua própria propaganda", disse Guterres, usando uma sigla em árabe para o grupo islâmico de extremistas sunitas na Síria e no Iraque.

O grupo terrorista também reivindicou ataques mortais na Arábia Saudita e na Europa.

Políticos anti-imigração, incluindo Marine Le Pen da França, viram a sua popularidade aumentar após um afluxo de migrantes para a Europa, muitos deles muçulmanos que fogem das guerras na Síria e em outros lugares.

O presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma lei no final de Janeiro, em que negou a entrada a todos os refugiados por 120 dias.

Também bloqueou os viajantes do Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen por 90 dias. Os refugiados da Síria foram bloqueados indefinidamente. (...)

NDTV, 11 de Fevereiro de 2017 

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- O líder da ONU, cujo caráter mansinho os portugueses conhecem bem, atribui às vítimas a culpa pelo terrorismo islâmico.

Guterres foi uma escolha perfeita para liderar uma ONU nas mãos das ditaduras islamistas e comunistas. A esquerdista e islamófila Agence France Press, que deu a notícia em primeira mão, regozija-se com a submissão de Guterres, mais um político ocidental a render-se ao Islão. Só neste último Ramadão, os pobres muçulmanos, vítimas de "islamofobia", viram-se na triste obrigação de assassinar 1595 inocentes ao seu deus Alá.



Via http://amigodeisrael.blogspot.com.br/