Drogarias e Farmácias

segunda-feira, 3 de julho de 2017

SALDO FINAL DO RAMADÃ: MAIS DE 1500 MORTOS


O Ramadã é o mês supostamente sagrado do islã, no qual os muçulmanos são obrigados a jejuar e dar demonstrações inequívocas de obediência a todos os preceitos do islã, o que inclui a jihad, que é a guerra santa contra os chamados infiéis, que constituem o restante da humanidade composta por não-muçulmanos. O Ramadã desse ano encerrou-se no último dia 27 com um saldo espantoso de pessoas inocentes que foram feridas ou mortas em nome de allah.

Segundo o website de monitoramento do terrorismo islâmico em escala global, The Religion of Peace, nesses trinta dias de Ramadã ocorreram ao menos 174 ataques terroristas islâmicos em todo o mundo, que resultaram na morte de 1595 pessoas e deixaram 1960 feridos em 29 diferentes países. A maioria dos ataques e o maior número de vítimas foram registrados na Síria, Iraque, Paquistão, Afeganistão e no norte da África, incluindo Somália, Líbia, Nigéria e outros países africanos.

Mas o resto do mundo não esteve imune à sanha assassina dos jihadistas muçulmanos, incluindo países do sudeste asiático e também os europeus e norte-americanos. No Reino Unido, oito pessoas foram mortas e quarenta e oito ficaram feridas em um atentado na London Bridge no dia seis desse mês, quando três terroristas muçulmanos lançaram um veículo contra pedestres e em seguida esfaquearam os sobreviventes.

Em Israel, um ataque terrorista muçulmano em Jerusalém no dia dezesseis desse mês deixou uma soldada morta e outras duas pessoas feridas. Duas semanas antes, em Melbourne, na Austrália, um muçulmano de origem somali e seguidor do Estado Islâmico matou um homem a facadas e deixou outras quatro pessoas feridas. Na mesma semana, na cidade alemã de Oldenburg, um muçulmano foi morto a facadas por outros dois muçulmanos por insistir em fumar e se recusar a fazer o jejum no Ramadã.

Na África, grande parte das matanças foram cometidas pelos integrantes do Boko Haram. No Oriente Médio, as regiões dos territórios sírio e iraquiano controladas pelo Estado Islâmico foram palco de grandes atrocidades, especialmente contra mulheres e crianças, o mesmo ocorrendo no Afeganistão e no Paquistão. Nesse último, em Tal Adda, um atentado a bomba no último dia vinte e três matou setenta e duas pessoas e deixou quase trezentas feridas. Um dia antes, na cidade afegã de Lashkargah, um atentado suicida matou trinta pessoas e deixou sessenta feridas.

Longe de ser uma religião da paz, o islã é uma doutrina da morte, para a qual a vida humana não tem valor algum. É com essa cultura da morte representada pelo islã que a esquerda globalista internacional estabeleceu uma aliança há quase um século, e cujos contornos e consequências destruidoras para o mundo ocidental se tornaram mais nítidos nos últimos anos. O ocidente somente irá sobreviver como civilização se fizer um combate sem tréguas ao islã. E esse combate passa pelo enfrentamento político a seu principal aliado: a esquerda globalista em todas as suas vertentes, desde a comunista até a socialdemocracia.