Drogarias e Farmácias

domingo, 27 de agosto de 2017

Cientista dá invertida em âncora da CNN que tentou associar o furacão às mudanças climáticas


Um apresentador da CNN tentou empurrar uma narrativa sobre alterações climáticas ao vivo sexta-feira enquanto conversava com um cientista sobre o furacão Harvey, mas o cientista colocou o repórter em seu lugar após ouvir tremenda baboseira.

John Berman, da CNN, conversou com Bill Read, ex-diretor do National Hurricane Center, na sexta-feira, quando perguntou se o intenso furacão que estava acontecendo no Texas era resultado das mudanças climáticas.

"Porquê disso? Por que há tanta água associada a esta tempestade? "Berman perguntou. "Uma coisa que ouvimos dos cientistas nos últimos 10 anos é que a mudanças climáticas afetam a intensidade de muitas das tempestades que vemos".

Read respondeu: "Eu não faria - provavelmente não atribuirei o que estamos vendo aqui. Esta não é uma ocorrência incomum para ver as tempestades crescerem e se intensificar rapidamente no oeste do Golfo do México. Isso é o que sempre ocorreu. O motivo pelo qual exista a grande chuva é a estacionança do furacão e a perda de força. Sendo que na maioria dos casos o furacão vai causando mais destruição já no interior do território. Furacões como esse, que não adentram profundamente o interior são muito menos ativos e raros e de formação exclusivamente natural devido à águas quentes do mar do Golfo nesse periodo do ano.

É verdade que, há uma década, os alarmistas das alterações climáticas disseram que o aquecimento global causaria um aumento das tempestades e da intensidade das tempestades. No que diz respeito aos furacões, essa narrativa é quebrada simplesmente pelo fato de Harvey ter sido o primeiro grande furacão a atingir a terra nos EUA desde 2005.


As narrativas do outro lado, o Golfo Ocidental do México estava simplesmente maduro para o desenvolvimento de furacões. As águas eram extremamente quentes, muito pouco cisalhamento do vento estave presente, e havia uma área existente de baixa pressão perto do México - fornecendo os ingredientes necessários para o desenvolvimento tropical rápido.

Espera-se que a tempestade cause inundações maciças porque o furacão se moverá muito pouco nos próximos três a cinco dias, graças a uma frente fria - não por causa das mudanças climáticas.

De acordo com os registros, o número de furacões que ocorrem anualmente na bacia do Atlântico está diminuindo de forma constante.

Em sua íntegra, uma análise publicada no Journal of Atmospheric and Solar-Terrestrial Physics, a equipe de pesquisa de quatro membros de Rojo-Garibaldi et al. Desenvolveu um novo banco de dados de ocorrências históricas de furacões no Golfo do México e no Mar do Caribe, que abrangeu 26 décadas no período de 1749 a 2012.
A análise estatística do registro revelou que "o número de furacões está realmente diminuindo no tempo", o que é bastante impressionante, considerando que é bem possível que muitos furacões tenham sido gravados no início de seu registro quando a aquisição de dados foi consideravelmente pior do que no final do período registro.


O furacão já  foi rebaixado para uma tempestade tropical, mas espera-se que a longevidade cause ainda mais danos ao Texas.

Eu sou Leandro Rossi Jr. para InfoWars Brasil