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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

DOSSIÊ COMPLETO: A VERDADE QUE LHE ESCONDEM SOBRE CHARLOTTESVILLE - O GOLPE DE ESTADO CONTRA TRUMP E FINANCIADO PELOS GLOBALISTAS


O ataque terrorista que atingiu Barcelona expulsou dos media o que está a acontecer nos Estados Unidos.

O que aconteceu em 20 de Agosto em Boston: uma marcha pela liberdade de expressão havia sido organizada por pessoas de várias denominações, conservadores, neo-conservadores, libertários, membros da associação de esquerda ainda leais à primeira emenda à Constituição. 

Os esquerdistas dos movimentos "Antifa" ou do Black Lives Matter organizaram uma contra-manifestação e mobilizaram um público estudantil. Os slogans da contra-manifestação eram oficialmente contra o racismo e o fascismo, mas, na realidade, os contra-manifestantes estavam contra o direito de expressão de ideias diferentes daquelas dos "Antifa" e do Black Lives Matter. 

Não chegou a haver violência séria: a Polícia estava lá, mas em vez de proteger o direito de as pessoas se manifestarem, a Polícia ordenou às pessoas que se reuniram para defender a liberdade de expressão, para dispersarem rapidamente.Um homem que levava uma bandeira americana e uma bandeira israelita foi molestado porque tinha uma bandeira israelita. Outro foi acossado porque tinha uma bandeira americana.


Este jovem foi verberado por levar uma bandeira de Israel:



O Partido Democrata continua a apoiar os "Antifa" e o Black Lives Matter, o que significa que se estão a tornar-se cada vez mais claramente um partido de esquerda apoiante do fascismo de esquerda, do racismo anti-brancos, do anti-semitismo, do "anti-sionismo" e da rejeição de todos os valores americanos.

A grande Imprensa dos EUA (CNN, MSNBC) disse que a manifestação pela liberdade de expressão foi "fascista" e "racista" e que o evento promovido pelos"Antifa" e Black Lives Matter foi "anti-fascista e anti-racista", o que significa que"eles apoiam" os "Antifa" e do Black Lives Matter, e que apoiam a deriva do Partido Democrata e tudo o que isso implica.

Em Boston, a Primeira Emenda e seus defensores foram difamados. Fascistas e racistas conseguiram o apoio da esquerda e dos principais meios de comunicação norte-americanos.



Manifestação dos fascistas de Esquerda pelo Comunismo, pela islamização, e contra Trump. Aqui na Europa, desde há anos que vemos manifestações comunistas de apoio ao ISIS. Mesmo em Portugal, o Louçã e a malta apoiam abertamente o terrorismo islâmico.

Nota nossa: aqui na Europa, logo após os Massacres de Barcelona, as manifestações de apoio à islamização da Europa, promovidas pela Esquerda, foram universalmente louvadas pela Imprensa.
As manifestações em homenagem aos mártires e contra a islamização da Europa foram universalmente consideradas pela Imprensa como obra de "nazis".

Israel e os Estados Unidos são os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial. Daí tanto ódio e difamação.

A Esquerda está a usar a morte de um manifestante de extrema-esquerda como Hitler usou o incêndio do Reichstag. A Esquerda provocou a tragédia e está a colher os frutos, exigindo que todas as vozes conservadoras sejam caladas pela força. Um ataque sem precedentes.O objectivo é demolir Trump, o maior obstáculo à Nova Ordem Mundial comunista-islamista-globalista.

A habitual "tolerância" esquerdista - pessoas com bandeiras dos Estados Unidos ou de Israel quase foram linchadas pelos bandos terroristas Black Lives Matter e Antifa. Agressões, insultos, histeria e muito mais:





É cada vez mais claro que os eventos em Charlottesville foram uma manobra montada.
Jason Kessler, um activista de extrema-esquerda que trabalhou para Obama, realizou um evento chamado "Unite the Rigth" (Unir a Direita), e convidou os conservadores, mas também grupos neo-nazis e do Ku Klux Klan. O seu nome estava escondido, por isso a armadilha não foi detectada imediatamente.
Uma vez lá chegados, os conservadores não quiseram estar com essas pessoas menos recomendáveis, e tentaram abandonar a manifestação, mas a armadilha já tinha funcionado.
Uma manifestação dos "Antifa" e do Black Lives Matter foi organizada em resposta, e a Polícia recebeu ordens para deixar os manifestantes "Antifa" e doBlack Lives Matter virem armados com uma variedade de meios para ferir.
Os manifestantes dos "Antifa" e do Black Lives Matter puderam então cercar os manifestantes opostos, e quando estes foram convidados a sair, a Polícia disse que para tal tinham que atravessar as hordas de esquerdistas armados, sem protecçãopolicial. Os confrontos físicos só poderiam seguir-se, e seguiram-se.
As câmaras de televisão estavam lá e captaram imagens de neo-nazis e de membros do Ku Klux Klan, muito pouco numerosos aliás, apresentando-os como os agressores. Ora por muito repugnantes que possam ser as suas ideias, eles foram atacados. Um deles, irritado, cometeu um erro irreparável e matou um jovem manifestante de extrema esquerda.
O plano funcionou. Neo-nazis e Ku Klux Klan foram filmados em actos violência e apresentados como instigadores de violência enquanto os "Antifa" e os Black Lives Matter foram apresentados como anti-fascistas e anti-racistas. O que eles não são nem por um segundo.
A extrema-esquerda teve um morto e ficou assim em posição de afirmar que os neo-nazis matam, mesmo que o assassinato de Charlottesville seja a excepção que confirma a regra. Os democratas e os principais meios de comunicação dos EUA foram novamente agitando a ameaça racista da extrema-direita e regressaram à campanha pela destruição de monumentos, em que se engajaram em 2015, a fim de reavivar as tensões raciais no país e para soprar sobre as brasas da divisão. 
Donald Trump, que recebeu a missão de unir o país, e que vê muito bem as tácticas insurgentes de extrema-esquerda, pediu unidade e fraternidade, e condenou a extrema-direita racista e a extrema-esquerda racista, equiparando-as, o que é justo, porque o racismo é de ambos os lados. 
Trump foi censurado por não condenar os neo-nazis e o Ku Klux Klan, isentando os "Antifa" e o Black Lives Matter, o que ele muito justamente se recusou a fazer. Os democratas e a grande Imprensa dos EUA, de repente, acusam Trump de ter relações com neo-nazis e com o Ku ​​Klux Klan, o que é absolutamente nojento. 
Eles usaram os comunicados do KKK a agradecer a Donald Trump, sem nunca dizerem que o Ku Klux Klan publica esses comunicados para prejudicar Donald Trump. O Ku Klux Klan, absolutamente anti-semita, absolutamente odeia Donald Trump porque ele tem uma família em grande parte judaica. E porque é pro-Israel.




- CONTINUA -

O despudor da Esquerda contemporânea e dos seus media avençados não tem limites. Os muçulmanos chacinam diariamente centenas de inocentes, está um Holocausto em curso, mas os jornalistas fazem todo o possível para branquear o Islão e para demolir o único homem capaz de travar a islamização global: TRUMP!

Os jornalistas , comentadores e propagandistas afins, estão a espalhar, entre outrasFAKE NEWS, que Trump disse que os terroristas islâmicos deveriam ser mortos com balas banhadas em banha de porco, coisa que ele jamais disse!

A morte do manifestante de extrema-esquerda é pretexto para uma revolução global, mas os inocentes que são mortos pelos muçulmanos de nada valem. Hoje os muçulmanos estrangularam uma mulher em França porque esta ia a fumar. Silêncio dos jornalistas...


"Antifas" e outros esquerdopatas histéricos estão a exigir de Sorosos seus pagamentos. Em dinheiro e tatuagens.

Pseudo-conservadores falam como os democratas (ter-se-ão juntado ao Partido Democrata?) e pseudo-republicanos do establishment também.

O objectivo geral é o mesmo: fazer um golpe e derrubar um presidente legalmente eleito.

A coligação excremencial contra Donald Trump desde a sua eleição continua a ser maligna.

Ronald Reagan teve que lidar com sórdidas manobras e insultos, George Walker Bush teve que enfrentar cem vezes mais do que Ronald Reagan, quando os Estados Unidos estavam em guerra contra o terrorismo islâmico (ea esquerda americana comportou-se como aliada do terrorismo islâmico).Donald Trump enfrenta dez mil vezes mais do que George Walker Bush.

A coligação excremencial lançada contra ele inclui todo o Partido Democrata, boa parte do Partido Republicano, todos os intelectuais pseudo-conservadores, quase todos os principais meios de comunicação (incluindo metade da Fox News), os "antifas" (esquerdistas fascistas cada vez mais parecidos com os Khmer Vermelhos), o Black Lives Matter, as organizações étnicas negras e hispânicas, empresários de alta tecnologia, como o presidente da Apple e os do Facebook e do Google.

Esta coligação não recua perante nenhum meio sórdido e criminoso, como acabamos de ver em Charlottesville. Ele comporta-se em aliança com o esquerdismo totalitário e (os slogans em várias manifestações demonstram-no) do islamismo. Ela usa o medo do racismo e do anti-semitismo de extrema-direita nos Estados Unidos para promover o racismo e o anti-semitismo da extrema esquerda, muito mais presentes e infinitamente mais perigosos.


Esquerdopatas dos "Antifa" e afins admitem ser pagos pelo bilionário de extrema-esquerda e ex-nazi George Soros, enquanto ameaçam de morte toda a gente que não seja comunista, islamista e racista anti-Brancos:


Para acalmar a tempestade, Donald Trump deu a seus inimigos uma renúncia, a de Steve Bannon, cujas posições são constantemente distorcidas e que é objecto de um ódio intenso e convergente, apresentando-o constantemente como ele não é.

É, espero, uma decisão táctica que dará a Steve Bannon liberdade de falar e agir e que não mudará a revolução Trump. Espero que esta não seja uma maneira deTrump querer ser mais conciliador com os seus inimigos. No primeiro caso, a tempestade durará, mas a revolução Trump continuará. No segundo caso, os inimigos do Trump ganharão.

Devo dizer que a presença contínua do general McMaster na Casa Branca deixa-me céptico e preocupado. Vejo nele um defensor do apaziguamento do islamismo radical e do Irão, e um homem que não é amigo de Israel.

Enquanto a esquerda americana e seus aliados continuam a realizar o seu golpe, Donald Trump avança, mas a desinformação faz com que ninguém saiba o que ele está a fazer: é esse o propósito das operações de desinformação.

Dos terroristas racistas Black Lives Matter já falámos bastante neste blogue. Os "Antifa" são outra tropa de choque da aliança islamista-comunista-globalista. A CNN e a Imprensa em geral tratam-nos carinhosamente como "activistas que buscam a paz através da violência":




Como a esquerda americana e os seus aliados estão cuspir continuamente emTrump, os efeitos do escarro são sentidos globalmente. Trump é apresentado como um cretino vulgar por pessoas que deveriam ser lúcidas, mas estão intoxicadas.

Enquanto a esquerda americana e seus aliados continuam a realizar o seu golpe, o mundo continua a ser um lugar muito perigoso, e um presidente forte e decidido dos Estados Unidos é mais essencial do que nunca. Mas aqueles que lideram o golpeprefeririam um presidente dos Estados Unidos cúmplice do pior.

Obama , muçulmano e apoiante confesso da jihad islâmica, fomentou os grupos terroristas supremacistas Negros como o Black Lives Matter e os Black Phanters durante os seus catastróficos mandatos:






O Comunismo é um camaleão ideológico. Aliam-se a Hitler hoje, combatem o Nazismo amanhã. Condenam consumidores de droga nos países comunistas, são representados por consumidores de droga nos países livres. O objectivo é alcançar o Poder, custe o que custar. geralmente milhões de vidas humanas e muito horror.



O que querem aqueles que lideram esta tentativa de golpe? É muito simples: mais terrorismo islâmico sem dúvida, menos liberdade individual, menos democracia, menos liberdade de expressão, e um mundo mergulhado num caos liberticida.

Eles estão prontos para tudo, para alcançarem os seus fins, e quando um meio de desestabilização está esgotado, eles empregam outro.

Quem notou que as acusações de "conluio" com a Rússia desapareceram repentinamente dos jornais? Robert Mueller continua o seu trabalho Estalinista a laKGB; mas não já pouco se fala disso.
Agora a primeira página é "Trump aliado aos neonazis e ao Ku Klux Klan". E a ordem do dia é fazer tábua rasa do passado, destruindo estátuas.

O ódio à Polícia partilhado por "antifas" e Black Lives Matter e apoiado pelos democratas continua a dar frutos: vários assassinatos de polícias ocorreram nos Estados Unidos nos últimos dias.

O comentarista conservador Rush Limbaugh diz que os EUA estão à beira de uma nova guerra civil fomentada pela Esquerda. É o que eu digo há muito tempo.

A Europa está perdida, temo. A América profunda, felizmente, não está pronta para cair silenciosamente.



As pessoas de bem, que trabalham, que amam a paz, continuam a suportar pacificamente os assaltos continuados das forças do Mal. As pessoas de bem não apoiam o terrorismo, o crime e o caos. Esta é a face das pessoas de bem:




E vão continuar a vencer o Mal!




Via http://amigodeisrael.blogspot.com.br/