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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

GOOGLE LANÇA CAMPANHA DE CENSURA COLOSSAL NA CALADA DA NOITE



A gigante tecnológica lança a "Noite das Facas Longas" digital em resposta à presidência de Trump

O Google agora está "revisando as afirmações" dos artigos de notícias do Infowars, incluindo links para sites de "verificação de fato" de esquerda quando as pessoas buscam por Alex Jones ou Infowars.

A opção de biografia do Google para Alex Jones, a qual é mostrada com resultados de pesquisa relacionados, agora tem uma aba "Reivindicações Revisadas" que exibe um título do Infowars e um artigo associado do site Politifact e/ou Snopes.com que questiona a notícia.




O problema é que esses sites de "verificação de fato" não são tão imparciais como eles afirmam e geralmente estão alinhados com os interesses do establishment, particularmente aqueles do Vale do Silício que queriam Hillary Clinton na Casa Branca.

"A maioria dos 'verificadores de fato' são apenas jornalistas liberais que procuram provar sua narrativa preconcebida", escreveu Kelly Riddell, do Washington Times. "Eles escolhem a dedo as declarações para 'verificar o fato' e depois decidem quais dados apoiar."

"As estatísticas podem ser manipuladas - para cada estudo que sai do Brookings Institute, a Heritage Foundation pode ter um contra argumento, dependendo da metodologia e pesquisas utilizadas. Além disso, muito do que eles decidem 'verificar o fato' é, na melhor das hipóteses, algo subjetivo. Nada que possa ser fixado com dados incontestáveis​​".

Em suma, a "verificação de fato" é um jornalismo de opinião que finge ser uma espécie de objetividade elevada, como James Taranto, do Wall Street Journal, afirmou tão eloquentemente.

O público em grande parte concorda; a maioria dos eleitores não confiou na "verificação de fato" do ciclo de notícias da mídia durante a campanha presidencial, de acordo com uma pesquisa.

“A maioria dos eleitores acreditam que as organizações de notícias têm preferidos quando se trata de declarações de verificação de fatos dos candidatos, mas esse ceticismo é muito mais forte entre os eleitores que apoiam Donald Trump do que aqueles que apoiam sua rival Hillary Clinton,” afirmou o estudo. "Um novo relatório e pesquisa online nacional Rasmussen descobriu que apenas 29% de todos os prováveis eleitores americanos ​​confiam na verificação dos comentários dos meios de comunicação na mídia".

"Sessenta e dois por cento (62%) acreditam que as organizações de notícias desviam os fatos para ajudar os candidatos que eles apoiam".

Em particular, o site Snopes, que foi fundado pelos então, marido e esposa, David e Barbara Mikkelson, foi recentemente envolvido em controvérsia quando David foi acusado de desviar quase US$ 100.000 do site para pagar prostitutas, de acordo documentos de divórcio arquivados por Barbara.

"Os dois também contestam quais são os fatos básicos de seu caso [de divórcio], apesar de o Snopes.com dizer que sua 'propriedade' está comprometida com 'exatidão e imparcialidade'", relatou o Daily Mail, bastante ironicamente.

A última campanha de desinformação do Google é uma "Noite das Facas Longas" digital, destinada àqueles que rotineiramente compõem os pontos de discussão do establishment, e provavelmente foi concebido após Clinton perder as eleições presidenciais de 2016.

Mas as elites já perderam; já passamos no ato irrevogável, em que as pessoas preferem pensar por si mesmas, tomando pedaços do ciclo de notícias - removendo a desinformação do establishment no processo - para formar sua própria análise, em vez de simplesmente terem suas "opiniões" guiadas por sites de "verificação de fato".




Via: http://www.anovaordemmundial.com/https://www.infowars.com/google-launches-colossal-censorship-disinformation-campaign-under-cover-of-night/